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Arroba reage e boi gordo chega a R$ 350/@

Mesmo com escalas de abate apertadas e exportações em ritmo recorde, mercado da arroba do boi gordo enfrenta um cenário misto marcado por demanda doméstica fraca, custos logísticos elevados e impactos indiretos do conflito no Oriente Médio.

O mercado do boi gordo no Brasil atravessa um momento de equilíbrio delicado entre fatores que sustentam os preços e pressões que limitam novas altas. Nos últimos dias, a arroba voltou a mostrar sinais de recuperação em algumas regiões, impulsionada principalmente pela oferta restrita de animais terminados para abate, condição que tem reduzido as escalas dos frigoríficos e fortalecido o poder de negociação do pecuarista.

Apesar desse movimento de reação, analistas alertam que o cenário permanece volátil. Fatores macroeconômicos, baixa demanda interna e tensões geopolíticas internacionais continuam influenciando o mercado pecuário, criando um ambiente de cautela tanto para produtores quanto para a indústria frigorífica.

Levantamentos de mercado indicam os seguintes preços médios do boi gordo:

São Paulo: R$ 348,75/@

Minas Gerais: R$ 344,41/@

Mato Grosso: R$ 338,65/@

Mato Grosso do Sul: R$ 336,02/@

Goiás: R$ 334,11/@

Em São Paulo, principal referência nacional, a arroba do chamado “boi-China” chega ao redor de R$ 350/@, evidenciando a importância das exportações para a sustentação dos preços domésticos.

Além disso, a firme postura dos pecuaristas — que têm evitado vender animais abaixo dos valores desejados — também contribui para limitar a oferta imediata de boiadas no mercado.

.comprerural.

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