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Preços resistem, mas mercado de milho preocupa

O mercado de milho iniciou a semana com comportamento estável, refletindo ajustes pontuais nas cotações e um ambiente ainda marcado por baixa liquidez nas negociações. As informações são da TF Agroeconômica.

Na B3, os contratos futuros fecharam de forma mista, com pequenas variações ao longo do dia. O vencimento maio/26 encerrou a R$ 72,01, praticamente estável, enquanto julho/26 ficou em R$ 70,89 e setembro/26 em R$ 71,30, ambos com leves recuos. No mercado físico, os preços seguem firmes, sustentados pela demanda ativa e pela necessidade de recomposição de estoques.

De acordo com o Cepea, a liquidez permanece limitada devido à combinação de fatores como incertezas geopolíticas e preocupações logísticas, especialmente diante do risco de paralisações no transporte. No cenário internacional, os preços foram impulsionados pela demanda nos Estados Unidos e pela valorização do petróleo, embora haja cautela em relação à área de plantio norte-americana diante do aumento dos custos de produção.

No Sul do país, o Rio Grande do Sul apresenta mercado lento e regionalizado, com preços entre R$ 56,00 e R$ 62,00 por saca e leve recuo na média estadual. A colheita avança, atingindo 86%, apesar de ritmo irregular. Em Santa Catarina, a diferença entre pedidas e ofertas mantém as negociações travadas, mesmo com avanço da colheita para 66,3%.

 

No Paraná, a colheita da primeira safra alcança 80%, acima da média histórica, enquanto a segunda safra enfrenta impactos da irregularidade climática. Os preços variam conforme a região, com sinais de leve acomodação. Já em Mato Grosso do Sul, o mercado mostra recuperação após quedas recentes, com cotações entre R$ 55,00 e R$ 57,00, apoiadas pela demanda do setor de bioenergia, embora ainda com baixa fluidez.

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