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Boi gordo tem nova referência e máxima de R$ 350/@ com pressão dos pecuaristas na oferta

Escassez de animais terminados, exportações aquecidas e dificuldade dos frigoríficos em preencher escalas sustentam movimento de alta no mercado do boi gordo e indicam possibilidade de novos reajustes no curto prazo
O mercado do boi gordo iniciou fevereiro sob forte valorização, consolidando uma nova referência de preços em diversas regiões do país e alcançando negócios que já encostam na máxima de R$ 350 por arroba, conforme mostrou o Compre Rural (veja aqui). O avanço ocorre em um ambiente marcado pela restrição na oferta de animais prontos para abate, ao mesmo tempo em que a demanda — tanto interna quanto externa — permanece aquecida.
Segundo análises do setor, os frigoríficos enfrentam severas dificuldades para compor suas escalas de abate, fator que reforça a tendência de continuidade do movimento de alta no curtíssimo prazo. Além disso, o ritmo acelerado das exportações para grandes compradores internacionais tem exercido papel decisivo na sustentação dos preços.
Frigoríficos elevam preços para garantir boiada Com menor disponibilidade de animais terminados — sobretudo no Centro-Norte — as indústrias têm sido forçadas a elevar os preços de balcão e intensificar negociações diretas para assegurar o abastecimento. A expectativa é de uma demanda doméstica mais aquecida na primeira quinzena do mês, impulsionada pela entrada dos salários na economia, enquanto as exportações devem repetir o bom desempenho recente.
Médias da arroba já sobem nas principais praças Levantamento recente mostra avanço consistente nas cotações do boi gordo:
São Paulo: R$ 339,42 (ante R$ 337,83)
Goiás: R$ 322,75 Minas Gerais: R$ 322,35
Mato Grosso do Sul: R$ 322,50
Mato Grosso: R$ 315,14
comprerural
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