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Mãe pede ajuda do prefeito de Chapadão do Céu para crise financeira da APAE

Na quarta-feira (21), Antônia Silva, mãe de um aluno da APAE de Chapadão do Céu, utilizou as redes sociais para fazer um apelo público ao prefeito municipal, Vinícius Terin, e aos vereadores do município. O pedido é para que o poder público encontre uma solução urgente para a grave situação financeira enfrentada pela instituição, que corre o risco de fechar as portas ainda este ano.

Segundo Antônia, a APAE está sem previsão para retomar plenamente suas atividades, o que preocupa famílias que dependem dos atendimentos oferecidos. Em sua manifestação, ela destacou a importância da instituição para os alunos e elogiou o trabalho dos profissionais.

“Olha por nós e resolve a situação financeira da APAE. Nossos filhos precisam da APAE Chapadão do Céu-Goiás. Precisamos trabalhar para ajudar todas as pessoas que frequentam a instituição. Os funcionários precisam receber. Eles sempre trabalharam com excelência com o meu filho, não tenho o que reclamar”, escreveu.

Diante da repercussão, o secretário municipal Ludimar comentou nas redes sociais informando que a Prefeitura repassa atualmente R$ 900 mil anuais para a APAE, o que equivale a R$ 75 mil mensais. Ele também destacou que houve um aumento significativo no repasse ao longo dos anos.

“A título de comparação, o valor destinado pelo município à APAE era de R$ 306.000,00 (Lei Municipal nº 1.375/2020). Atualmente, o repasse é de R$ 900.000,00, um aumento expressivo, justamente para fortalecer uma atividade tão relevante”, afirmou.

A presidente da APAE de Chapadão do Céu, Jureci Pelizon, confirmou que a instituição vive um momento delicado financeiramente. Segundo ela, a diretoria está em diálogo com o prefeito em busca de alternativas.

“Sou a responsável pela APAE e realmente a instituição está passando por uma situação muito delicada. O repasse do convênio não supre os gastos com a folha de pagamento da equipe de colaboradores. Como a APAE é uma ONG, o repasse não pode ultrapassar esse valor”, explicou.

Jureci ressaltou ainda que a instituição não recebe apoio federal suficiente e depende de parcerias com o agronegócio, comércio local e parlamentares estaduais. Ela também rebateu críticas sobre má gestão.

“Temos o SEBAS, que é um órgão que nos fiscaliza. Toda entrada tem que ter uma saída justificada. A instituição está aberta a qualquer sugestão criativa que beneficie a APAE”, concluiu.

A situação segue mobilizando pais, funcionários e a comunidade, que aguardam uma solução para garantir a continuidade dos atendimentos prestados pela APAE no município.

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