{"id":106680,"date":"2019-02-01T09:46:11","date_gmt":"2019-02-01T12:46:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=106680"},"modified":"2019-02-01T09:46:11","modified_gmt":"2019-02-01T12:46:11","slug":"janeiro-foi-o-mais-quente-dos-ultimos-15-anos-em-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=106680","title":{"rendered":"Janeiro foi o mais quente dos \u00faltimos 15 anos em MS"},"content":{"rendered":"<p>O m\u00eas de janeiro de 2019 foi o mais quente dos \u00faltimos 15 anos em Mato Grosso do Sul. Conforme o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec\/ MS), desde 2004 o Estado n\u00e3o registrava temperaturas t\u00e3o altas, alcan\u00e7ando at\u00e9 41,3\u00baC no interior e 37,9\u00baC, na Capital. O per\u00edodo tamb\u00e9m foi at\u00edpico no que diz respeito as chuvas, que ficaram abaixo da m\u00e9dia em pelo menos 40 cidades.<\/p>\n<p>De acordo com coordenadora t\u00e9cnica do Cemtec, meteorologista Franciane Rodrigues, as temperaturas tingiram n\u00edveis m\u00e1ximos em todas as regi\u00f5es do Estado, registrando at\u00e9 cinco graus acima da m\u00e9dia para o m\u00eas no Estado, que \u00e9 35\u00baC. \u201cO \u00faltimo ano com comportamento semelhante foi em 2004, segundo nosso banco de dados\u201d.<\/p>\n<p>Ainda segundo a meteorologista, a regi\u00e3o Sudoeste foi a que registrou as temperaturas mais altas nos \u00faltimos 31 dias. Em Porto Murtinho, o l\u00edder no Estado em termos de valores extremos, os term\u00f4metros alcan\u00e7aram 41,3\u00baC.<\/p>\n<p>Em Campo Grande, o m\u00eas de janeiro tamb\u00e9m foi o mais quente. A temperatura m\u00e1xima registrada foi de 37,9 \u00b0C, no dia 23. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m choveu pouco na Capital, sendo que o acumulado foi de 55,6 mil\u00edmetros, correspondendo a 22% do esperado para o m\u00eas. Em 2018, o volume de chuva passou de 110 mil\u00edmetros.<\/p>\n<p>JANEIRO SECO<br \/>\nA grande raz\u00e3o para o clima at\u00edpico, conforme a meteorologista, est\u00e1 nos sistemas de alta press\u00e3o a m\u00e9dios n\u00edveis da atmosfera, que bloqueiam a chegada de frentes frias e fazem com que as temperaturas aumentem muito e pouca chuva seja registrada. \u201cEsses sistemas n\u00e3o s\u00e3o normais para o ver\u00e3o, pois eles bloquearam todos os sistemas meteorol\u00f3gicos de chuva, fechando o m\u00eas de janeiro com acumulados muito abaixo da m\u00e9dia aqui no Estado\u201d, disse.<\/p>\n<p>As altas press\u00f5es resultam da descida do ar frio. A rota\u00e7\u00e3o da terra faz o ar, ao descer, circular \u00e0 volta do centro de alta press\u00e3o. No Hemisf\u00e9rio Norte, o ar desloca-se no sentido hor\u00e1rio e, no Hemisf\u00e9rio Sul, no sentido anti-hor\u00e1rio. Quanto mais baixa a altitude maior a press\u00e3o atmosf\u00e9rica.<\/p>\n<p>Se a for\u00e7a exercida pelo ar aumenta em um determinado ponto, consequentemente, a press\u00e3o tamb\u00e9m aumentar\u00e1. Essas diferen\u00e7as de press\u00e3o t\u00eam uma origem t\u00e9rmica, estando diretamente relacionadas com a radia\u00e7\u00e3o solar e os processos de aquecimento das massas de ar.<\/p>\n<p>\u201cEm Mato Grosso do Sul, neste janeiro, apenas cinco munic\u00edpios (Dourados, F\u00e1tima do Sul, Itapor\u00e3, Maracaju e Nova Andradina) estiveram com acumulados de chuva acima da m\u00e9dia, de acordo com 45 sensores monitorados. Ano passado, 10 munic\u00edpios tiveram com acumulados acima da m\u00e9dia, o que demostra uma diferen\u00e7a de comportamento\u201d, explicou Rodrigues.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Correio do Estado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O m\u00eas de janeiro de 2019 foi o mais quente dos \u00faltimos 15 anos em Mato Grosso do Sul. Conforme o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec\/ MS), desde 2004 o Estado n\u00e3o registrava temperaturas t\u00e3o altas, alcan\u00e7ando at\u00e9 41,3\u00baC no interior e 37,9\u00baC, na Capital. 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