{"id":134769,"date":"2020-01-21T15:24:35","date_gmt":"2020-01-21T19:24:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=134769"},"modified":"2020-01-21T15:24:35","modified_gmt":"2020-01-21T19:24:35","slug":"arroba-do-boi-cai-20-mas-para-o-consumidor-reflexo-e-pequeno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=134769","title":{"rendered":"Arroba do boi cai 20%, mas para o consumidor reflexo \u00e9 pequeno"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s quase dois meses da alta a arroba do boi reduziu 20% em Mato Grosso do Sul. Segundo o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA), o pre\u00e7o praticado no Estado em novembro oscilava em torno de R$ 220. Conforme dados da Scot Consultoria, nesta segunda-feira (20) o valor praticado no Estado era de R$ 175,50. Apesar da diferen\u00e7a de R$ 44,50, nos a\u00e7ougues e supermercados a redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o ainda \u00e9 pequena.<\/p>\n<p>Conforme pesquisa realizada pela reportagem do Correio do Estado, entre os cortes de carne bovina pesquisados em supermercados, a\u00e7ougues e casas de carne de Campo Grande houve redu\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o m\u00e1ximo praticado, mas o m\u00ednimo continuou igual. De acordo com a pesquisa realizada no dia 29 de novembro, o quilo da picanha variava de R$ 39,90 a R$ 71,98. Nesta segunda-feira o menor valor permaneceu em R$ 39,90\u00a0 e o maior valor praticado foi de R$ 65,98.<\/p>\n<p>Entre os cortes de primeira, o fil\u00e9 mignon tamb\u00e9m reduziu o valor m\u00e1ximo praticado e manteve o pre\u00e7o m\u00ednimo. Enquanto em novembro o quilo custava de R$ 39,90 a R$ 62,98, nesta semana foi de R$ 39,90 a R$ 59,98. A maminha teve o m\u00ednimo mantido em R$ 29,80 e o m\u00e1ximo caiu de R$ 39,90 para R$ 34,98.<\/p>\n<p>O quilo da capa de contra fil\u00e9 aumentou o pre\u00e7o mais baixo e reduziu considerando o maior valor cotado nesse per\u00edodo de quase dois meses. Em novembro o quilo do corte ia de R$ 21,90 a R$ 28,90. Nesta segunda-feira o quilo variou de R$ 23,90 a R$ 26,90.<\/p>\n<p>Segundo a propriet\u00e1ria de uma casa de carnes na regi\u00e3o do Pioneiros, Luiza Dias da Silva, os frigor\u00edficos j\u00e1 sentiram a redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o da arroba, mas ainda n\u00e3o houve mudan\u00e7as para os empres\u00e1rios. \u201cDezembro foi bom para as vendas, mesmo com o pre\u00e7o alto, mas janeiro ainda est\u00e1 parado. Para n\u00f3s ainda n\u00e3o houve redu\u00e7\u00e3o, mas para os frigor\u00edficos j\u00e1, estamos aguardando esse repasse\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>QUEDAS<\/strong><\/p>\n<p>Houve redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do quilo de alguns cortes durante o per\u00edodo. O quilo do cox\u00e3o mole custava entre R$ 28,80 e R$ 34,90 no dia 29 de novembro. J\u00e1 na pen\u00faltma semana de janeiro o corte foi encontrado entre R$ 27,99 e R$ 29,98. O mesmo ocorrido com a costela que ia de R$ 14,35 a R$ 15,98 no m\u00eas de novembro e agora varia de R$ 13,50 a R$ 15,98.<\/p>\n<p>Ainda entre os cortes com queda est\u00e3o o patinho que ia de R$ 27,90 a R$ 34,90 e est\u00e1 de R$ 22,99 a R$ 28,98. O quilo do miolo de paleta partia de R$ 23,80 e chegava a R$ 25,98. Nesta segunda, o quilo do corte foi de R$ 19,99 a R$ 24,90.<\/p>\n<p><strong>CADEIA PRODUTIVA<\/strong><\/p>\n<p>A queda no pre\u00e7o da arroba do gado foi devido a aumenta da oferta, mas de acordo com o presidente do Sindicato Rural de Campo Grande, Rochedo e Corguinho (SRCG), Alessandro Coelho, a oferta de gado continua retra\u00edda. \u201cA demanda diminuiu na ponta do consumo, o que faz com que os pre\u00e7os baixem. O reflexo demora um pouco para o consumidor, mas, dentro em breve teremos ofertas nos a\u00e7ougues e supermercados\u201d, disse.<\/p>\n<p>Conforme a economista, Adriana Mascarenhas, disse em entrevista ao Correio do Estado, o mercado \u00e9 muito c\u00edclico e varia conforme a demanda de oferta e procura. \u201cA partir do momento que a carne sobe muito o consumidor tem essa tend\u00eancia de buscar uma prote\u00edna de menor valor. Eu acredito que o consumo reduziu, o que aumentou foi a oferta e o mercado vai se ajustando\u201d.<\/p>\n<p><strong>Varia\u00e7\u00e3o da carne e feij\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese), aponta que os produtos que apresentaram a maior varia\u00e7\u00e3o em 2019 foram feij\u00e3o e carne. Em 12 meses o produto que teve mais alta em Campo Grande foi o feij\u00e3o, com varia\u00e7\u00e3o anual de 39,77%, seguido da carne que teve o maior impacto com o aumento de 26,41% no ano.<\/p>\n<div class=\"dn_imagemComLegenda full\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correiodoestado.com.br\/upload\/ckeditor\/images\/Tabela%20carne.jpg\" alt=\"\" \/><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Correio do Estado &#8211; S\u00fazan Benites<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s quase dois meses da alta a arroba do boi reduziu 20% em Mato Grosso do Sul. 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