{"id":143061,"date":"2020-05-08T09:17:53","date_gmt":"2020-05-08T13:17:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=143061"},"modified":"2020-05-08T09:19:34","modified_gmt":"2020-05-08T13:19:34","slug":"para-nao-depender-do-youtube-surge-1a-plataforma-para-lives-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=143061","title":{"rendered":"Para n\u00e3o depender do YouTube, surge 1\u00aa plataforma para lives no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O termo live (ao vivo, em portugu\u00eas), em pouco tempo, j\u00e1 entrou no vocabul\u00e1rio do brasileiro, que j\u00e1 entendeu que, pelo menos por enquanto, aquela \u00e9 a maneira para assistir os shows de seus artistas favoritos. Agora, a renda de cantores vem das empresas que patrocinam tais transmiss\u00f5es ao vivo e n\u00e3o mais dos cach\u00eas. S\u00f3 que as regras do YouTube s\u00e3o bem r\u00edgidas em rela\u00e7\u00e3o a propaganda, direitos autorais e a monetiza\u00e7\u00e3o, que caiu muito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00f3 que acaba de surgir a primeira empresa da transmiss\u00e3o de lives independente, e a cria\u00e7\u00e3o dela deve movimentar o mercado de lives.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Aqui n\u00e3o tem as regras do YouTube, voc\u00ea pode fazer live gratuita ou cobrando pelo acesso. A gente pode transmitir desde shows musicais a espet\u00e1culos de teatro, dan\u00e7a, cursos, congressos, semin\u00e1rios&#8221;, conta J\u00falio Ramos, diretor da Central dos Eventos Live (https:\/\/centraldoseventoslive.com.br\/).<\/p>\n<p>A impress\u00e3o que se tem no mercado musical \u00e9 que as lives vieram pra ficar. Em entrevista com Wesley Safad\u00e3o, gravada esta semana e que ainda vai ao ar na Coluna Leo Dias, ele garante que os shows n\u00e3o voltam nem t\u00e3o cedo e n\u00e3o imagina como esse p\u00fablico agir\u00e1 durante a volta dos espet\u00e1culos. Por isso, mesmo depois da volta dos espet\u00e1culos, as lives continuar\u00e3o a existir. Para n\u00e3o se tornar algo mon\u00f3tono e uma live igual a outra, Safad\u00e3o sempre trar\u00e1 convidados. Sua pr\u00f3xima transmiss\u00e3o ser\u00e1 com o Ra\u00e7a Negra.<\/p>\n<p>Mas a pergunta que fica: quanto a plataforma cobra para fazer a transmiss\u00e3o?<\/p>\n<p>&#8220;Em cima da receita que o artista tiver, a plataforma fica com 20% e o artista com 80%. Caso o artista tenha um volume grande de lives e um valor maior de receita, \u00e9 tudo negoci\u00e1vel&#8221;, responde J\u00falio Ramos. \u00c9 isso, os tempos mudaram e, hoje em dia, com uma boa conversa o valor pode mudar bastante.<\/p>\n<p>Essa nova plataforma permite ainda um chat para intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico e, o mais importante, ser\u00e1 poss\u00edvel fazer doa\u00e7\u00f5es durante a transmiss\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Esta plataforma ajudar\u00e1 muitos profissionais e ser\u00e1 um farol de novas oportunidades neste per\u00edodo&#8221;, diz J\u00falio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tvefamosos.uol.com.br\/colunas\/leo-dias\/2020\/05\/07\/para-nao-depender-do-youtube-surge-1-plataforma-para-lives-no-brasil.htm\">Fonte: L\u00e9o Dias colunista UOL<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O termo live (ao vivo, em portugu\u00eas), em pouco tempo, j\u00e1 entrou no vocabul\u00e1rio do brasileiro, que j\u00e1 entendeu que, pelo menos por enquanto, aquela \u00e9 a maneira para assistir os shows de seus artistas favoritos. 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