{"id":153495,"date":"2020-09-01T05:57:40","date_gmt":"2020-09-01T09:57:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=153495"},"modified":"2020-09-01T05:57:40","modified_gmt":"2020-09-01T09:57:40","slug":"20-21-o-ano-do-milho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=153495","title":{"rendered":"20\/21: o ano do milho"},"content":{"rendered":"<p>O mercado de milho est\u00e1 aquecido e o cen\u00e1rio \u00e9 promissor para o produtor apesar da pandemia de Covid-19. A demanda maior pelo gr\u00e3o para produ\u00e7\u00e3o de biodisel e a expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de frango e su\u00ednos, animaram os agricultores.<\/p>\n<p>De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) desde 2010 a \u00e1rea plantada de milho cresceu 34%, uma m\u00e9dia de 3% ao ano. Enquanto a 1\u00aa safra caiu 45%, a safrinha cresceu 123%. Com isso a 2\u00aa safra responde por 74% do total; a 1\u00aa por 23% e a 3\u00aa por 3% do total. Isso \u00e9 explicado pelas cultivares de soja mais precoces que adiantaram o in\u00edcio do ciclo e abriram um espa\u00e7o maior para o milho segunda safra.<\/p>\n<div class=\"bottommargin\">\n<div id=\"agk_14000_pos_4_conteudo_desktop-container\" class=\"nopadding clearfix hidden-print\">\n<div class=\"col-md-12\" align=\"center\">\n<div id=\"agk_14000_pos_4_conteudo_desktop\" data-google-query-id=\"CL_09u3Wx-sCFXszuQYdmoEHYQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/316485075\/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>O consumo no mercado brasileiro permanece elevado, uma vez que a China ainda n\u00e3o recuperou seu plantel de animais com a Peste Su\u00edna Africana (PSA) e elevou a procura por prote\u00edna animal brasileira. Aliado \u00e0 \u00c1sia o Oriente M\u00e9dio tamb\u00e9m vem demandando mais carne. Al\u00e9m disso as usinas de etanol localizadas no cerrado brasileiro projetam aumento de demanda em 2021 tanto por etanol como por DDG, concentrado prot\u00e9ico subproduto da produ\u00e7\u00e3o utilizada na fabrica\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00e3o animal. A demanda deve ficar em 72 milh\u00f5es de toneladas ou cerca de 5% a mais que na safra passada.<\/p>\n<div class=\"bottommargin\"><\/div>\n<p>Com isso na safra 20\/21 a \u00e1rea plantada dever\u00e1 crescer 7%, ficando em 19,8 mil de hectares e a produ\u00e7\u00e3o em 12%, com 123 milh\u00f5es de toneladas, apostando em clima favor\u00e1vel e menor incid\u00eancia de pragas. A Conab projeta que seguir\u00e3o para exporta\u00e7\u00e3o 39 milh\u00f5es de toneladas, 13% a mais. O Brasil poder\u00e1 ganhar espa\u00e7o antes ocupado pela Argentina no com\u00e9rcio internacional, uma vez que os vizinhos sofrem com problemas econ\u00f4micos e investiram menos na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os.<\/p>\n<div class=\"bottommargin\"><\/div>\n<p>Em \u00e2mbito internacional h\u00e1 expectativa de eleva\u00e7\u00e3o de \u00e1rea plantada nos maiores produtores mundiais de milho. Aumento de 3% da \u00e1rea plantado nos EUA, 8% na Ucr\u00e2nia e 1,7% na China e colheita em volume recorde. Com c\u00e2mbio desvalorizado e elevada rentabilidade o \u00f3rg\u00e3o estima que haver\u00e1 aumento de fixa\u00e7\u00e3o de contratos de exporta\u00e7\u00f5es na safra 2020\/21. Dessa maneira, dever\u00e1 ocorrer aumento de 13% comparado ao esperado para a safra 2019\/20. Tamb\u00e9m h\u00e1 expectativa de que os pre\u00e7os nacionais se mantenham elevados<\/p>\n<p>Por:\u00a0<strong class=\"fn\"><a class=\"uppercase\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">AGROLINK<\/a><\/strong>\u00a0&#8211;<i>Eliza Maliszewski<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado de milho est\u00e1 aquecido e o cen\u00e1rio \u00e9 promissor para o produtor apesar da pandemia de Covid-19. A demanda maior pelo gr\u00e3o para produ\u00e7\u00e3o de biodisel e a expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de frango e su\u00ednos, animaram os agricultores. 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