{"id":154546,"date":"2020-09-15T06:03:04","date_gmt":"2020-09-15T10:03:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=154546"},"modified":"2020-09-15T06:03:04","modified_gmt":"2020-09-15T10:03:04","slug":"para-onde-vao-os-precos-do-milho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=154546","title":{"rendered":"Para onde v\u00e3o os pre\u00e7os do milho?"},"content":{"rendered":"<p>\u201cH\u00e1 duas semanas comentamos que n\u00e3o nos espantar\u00edamos se o pre\u00e7o do milho atingisse R$ 70,00 ou mais nos meses de outubro e novembro pr\u00f3ximo. Parece que o mercado come\u00e7a a nos dar raz\u00e3o\u201d. A afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 da T&amp;F Consultoria Agroecon\u00f4mica, que aponta mais fatores altistas do que baixistas no horizonte do milho brasileiro.<\/p>\n<div class=\"bottommargin\">\n<div id=\"agk_14000_pos_4_conteudo_desktop-container\" class=\"nopadding clearfix hidden-print\">\n<div class=\"col-md-12\" align=\"center\">\n<div id=\"agk_14000_pos_4_conteudo_desktop\" data-google-query-id=\"CMyTpYXz6usCFdUyuQYdmmgKQg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/316485075\/agk_14000_pos_4_conteudo_desktop_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cJ\u00e1 no final desta segunda semana de setembro os pre\u00e7os chegaram a R$ 65,00 em Ibirub\u00e1 e R$ 64,00 em Vacaria. Com isto, mantemos nossa previs\u00e3o de alta nos pre\u00e7os do milho, pelo menos enquanto n\u00e3o chegarem importa\u00e7\u00f5es a pre\u00e7os menores\u201d, justifica a equipe de analistas da T&amp;F..<\/p>\n<div class=\"bottommargin\"><\/div>\n<p>A proje\u00e7\u00e3o de progress\u00e3o da era: R$ 61,00 no final de agosto, R$ 65,00 em setembro, R$ 70,00 em outubro e possivelmente R$ 75,00 em novembro. \u201cIsso devido \u00e0 grande falta que este cereal faz no Rio Grande do Sul, que teve uma quebra de 31,8% da safra passada, quando colheu apenas 3,9 milh\u00f5es de toneladas, contra 5,8 MT colhidas no ano anterior e uma necessidade ao redor de 7,3 MT para seu consumo interno\u201d, explicam a T&amp;F.<\/p>\n<div class=\"bottommargin\"><\/div>\n<p><strong>Fatores de alta<\/strong><\/p>\n<p><em>* Disponibilidade apertada, com estoques finais 8,73% abaixo da m\u00e9dia dos \u00faltimos 6 anos<br \/>\n* Aumento da demanda por carnes pela China com a ocorr\u00eancia de febre su\u00edna na Alemanha<br \/>\n* Pre\u00e7os altos da carne, que permitem pagar mais pela mat\u00e9ria prima<br \/>\n* Pequenos consumidores aceitando os pre\u00e7os do mercado por impossibilidade financeira de fazer estoques<br \/>\n* Grandes compradores com estoques at\u00e9 meados de novembro, faltando comprar restante do m\u00eas e dezembro<br \/>\n* Faltam 5 meses para o in\u00edcio da colheita no PR e MS e 3 meses para o RS<br \/>\n* Agricultores capitalizados podem se dar ao luxo de aguardar pre\u00e7os melhores<br \/>\n* Quebra das safras americana (maior produtor) e da Ucr\u00e2nia (4o)<\/em><\/p>\n<div class=\"bottommargin\"><\/div>\n<p><strong>Fatores de baixa<\/strong><\/p>\n<p><em>* A retirada do imposto de importa\u00e7\u00e3o faria o pre\u00e7o chegar ao RS ao redor de R$ 52,00\/saca, contra os atuais R$ 64,00<br \/>\n* Dif\u00edcil repasse dos pre\u00e7os atuais para os produtores de leite e de ovos no pa\u00eds<\/em><\/p>\n<p>Por:\u00a0<strong class=\"fn\"><a class=\"uppercase\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">AGROLINK<\/a><\/strong>\u00a0&#8211;<i>Leonardo Gottems<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cH\u00e1 duas semanas comentamos que n\u00e3o nos espantar\u00edamos se o pre\u00e7o do milho atingisse R$ 70,00 ou mais nos meses de outubro e novembro pr\u00f3ximo. 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