{"id":164052,"date":"2021-01-18T07:29:13","date_gmt":"2021-01-18T11:29:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=164052"},"modified":"2021-01-18T12:35:10","modified_gmt":"2021-01-18T16:35:10","slug":"confederacao-dos-caminhoneiros-afasta-risco-de-greve-em-1o-de-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=164052","title":{"rendered":"Confedera\u00e7\u00e3o dos caminhoneiros afasta risco de greve em 1\u00ba de fevereiro"},"content":{"rendered":"<blockquote>\n<h5>Movimento, divulgado por ANTB e CNTRC, n\u00e3o tem representatividade, segundo assessor da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportadores Aut\u00f4nomos, Marlon Maues<\/h5>\n<\/blockquote>\n<p class=\"texto\">Ap\u00f3s manifesta\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Transporte do Brasil (ANTB) e do Conselho Nacional de Transporte Rodovi\u00e1rio de Cargas (CNTRC), que anunciaram uma greve de caminhoneiros \u201cmaior do que a de 2018\u201d para 1\u00ba de fevereiro, a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportadores Aut\u00f4nomos (CNTA) e lideran\u00e7as leg\u00edtimas da categoria afastaram,\u00a0 qualquer risco de uma nova paralisa\u00e7\u00e3o. O presidente Jair Bolsonaro anunciou a redu\u00e7\u00e3o de impostos sobre pneus, atendendo um pleito da CNTA.<\/p>\n<p class=\"texto\">O assessor executivo da confedera\u00e7\u00e3o, Marlon Maues, explicou que, para a CNTA, entidade m\u00e1xima, legalmente constitu\u00edda por sete federa\u00e7\u00f5es e 140 sindicatos, que representam em torno de 800 mil caminhoneiros aut\u00f4nomos registrados, &#8220;n\u00e3o h\u00e1 a m\u00ednima possibilidade de greve\u201d. \u201cEssa manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 de pseudolideran\u00e7as por tr\u00e1s de um conselho (CNTRC) sem legitimidade, que nem CNPJ tem. S\u00e3o agitadores e oportunistas que ficam usando as m\u00eddias sociais para confundir a categoria\u201d, afirmou.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo a CNTA, o governo nunca abriu tanto as portas ao di\u00e1logo quanto agora, inclusive com um f\u00f3rum permanente. \u201cA prova disso \u00e9 a efetividade das a\u00e7\u00f5es. A redu\u00e7\u00e3o do imposto do pneu \u00e9 um pleito nosso, que foi atendido\u201d, disse Maues. \u201cH\u00e1 corre\u00e7\u00f5es de irregularidades regulat\u00f3rias. As mudan\u00e7as n\u00e3o s\u00e3o na velocidade que gostar\u00edamos, mas est\u00e3o ocorrendo. O governo deu abertura para projetos propositivos e n\u00f3s apresentamos v\u00e1rios\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p class=\"texto\">Maues detalhou, ainda, que \u00e9 \u00e9poca de safra, e a da soja ser\u00e1 3,4% maior do que a anterior. &#8220;Os caminhoneiros querem trabalhar. O n\u00famero de profissionais tem aumentado ano a ano. H\u00e1 uma curva ascendente que contrap\u00f5e a argumenta\u00e7\u00e3o (dos favor\u00e1veis \u00e0 greve). Vivemos num contexto positivo. Tanto que, se ligar para as montadoras, h\u00e1 fila de espera para caminh\u00f5es novos at\u00e9 junho\u201d, disse.<\/p>\n<p class=\"texto\">A justificativa do aumento do diesel tamb\u00e9m n\u00e3o tem fundamento, segundo ele. \u201cApesar de o Supremo (Tribunal Federal) estar para votar o piso m\u00ednimo, existe uma metodologia de c\u00e1lculo, que prev\u00ea repasse para o frete quando o aumento do diesel bate 10%, que os transportadores devem respeitar\u201d, assegurou. \u201cAl\u00e9m disso, se o diesel fosse o \u00fanico motivo, o agroneg\u00f3cio, os transportadores de passageiros e o transporte mar\u00edtimo tamb\u00e9m estariam defendendo a greve. \u00c9 apenas uma parcela pequena de caminhoneiros que n\u00e3o t\u00eam sustenta\u00e7\u00e3o\u201d, reiterou.<\/p>\n<div id=\"cb-publicidade-retangulo-interna-2\" class=\"pub-ret\" data-google-query-id=\"CL3Untaupe4CFXQzuQYdEk4Lzg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/6887\/portal-correioweb\/correiobraziliense-com-br\/economia\/interna_3__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"texto\">Lideran\u00e7a nacional que assinou o fim da greve de 2018, Ariovaldo de Almeida Silva J\u00fanior, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros (Sindicam), tamb\u00e9m afastou o risco de nova paralisa\u00e7\u00e3o. \u201cA greve de 2018 foi motivada pela falta de respeito do governo, que nem recebia as nossas pautas. Agora, temos o TRC (F\u00f3rum do Transporte Rodovi\u00e1rio de Cargas)\u201d, disse. Segundo ele, as lideran\u00e7as que foram cortadas da discuss\u00e3o montaram o entidades sem representatividade. \u201cS\u00e3o sindicatos de uma pessoa s\u00f3\u201d, ressaltou.<\/p>\n<h3>Di\u00e1logo<\/h3>\n<p class=\"texto\">Mesmo n\u00e3o apoiando a greve, porque o governo est\u00e1 construindo di\u00e1logo com a categoria, J\u00fanior reconheceu que ainda \u00e9 necess\u00e1rio um conjunto de a\u00e7\u00f5es. \u201cN\u00e3o existe bala de prata. Hoje, acordamos 2% melhores do que ontem\u201d, brincou, referindo-se ao fim da al\u00edquota de imposto sobre pneus, anunciada na quinta-feira pelo presidente Bolsonaro.<\/p>\n<p class=\"texto\">O presidente do Sindicam disse, ainda, que \u00e9 preciso dialogar com os estados. \u201cN\u00e3o adianta s\u00f3 bater no federal. Precisamos conversar sobre o ICMS (Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os) que incide no diesel e sobre o IPVA (Imposto sobre Ve\u00edculos Automotores)\u201d, alertou.<\/p>\n<p class=\"texto\">Marcelo Aparecido, representante dos caminhoneiros aut\u00f4nomos do Porto de Santos no F\u00f3rum TRC, admitiu que h\u00e1 uma certa insatisfa\u00e7\u00e3o da categoria, mas que a maioria \u00e9 contra a greve em 1\u00ba de fevereiro. \u201cNossa luta \u00e9 para o mecanismo do f\u00f3rum permanente funcionar. A conquista \u00e9 o di\u00e1logo que temos hoje. Mas o governo est\u00e1 devendo muito. Fizemos mais de 10 pautas, que ainda est\u00e3o sendo discutidas\u201d, pontuou. Aparecido tamb\u00e9m defendeu maior di\u00e1logo com os governos estaduais sobre o ICMS do combust\u00edvel.<\/p>\n<div id=\"cb-publicidade-retangulo-interna-3\" class=\"pub-ret\" data-google-query-id=\"CNDQtdeupe4CFTIBuQYdhxoH_A\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/6887\/portal-correioweb\/correiobraziliense-com-br\/economia\/interna_4__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p class=\"texto\">Em nota,\u00a0via rede social, o CNTRC confirmou que a paralisa\u00e7\u00e3o em 1\u00ba de fevereiro &#8220;\u00e9 certa&#8221;. &#8220;A\u00a0falta de legitimidade da representa\u00e7\u00e3o da CNTA perante aut\u00f4nomos insatisfeitos com o acordo coletivo de 2018 \u00e9 um dos mais significativos motivos da mobiliza\u00e7\u00e3o direta dos transportadores aut\u00f4nomos e das entidades de base, associa\u00e7\u00f5es, sindicatos e cooperativas terem se agremiado em conselho de representantes perante o Conselho Nacional do Transporte Rodovi\u00e1rio de Cargas&#8221;, ressaltou.<\/p>\n<p class=\"texto\">Procurado, o Minist\u00e9rio da Infraestrutura informou que h\u00e1 uma agenda permanente de di\u00e1logo com as principais entidades representativas da categoria por meio do F\u00f3rum do Transporte Rodovi\u00e1rio de Cargas (TRC), al\u00e9m de reuni\u00f5es constantes com suas lideran\u00e7as. \u201cO restabelecimento do f\u00f3rum, desde 2019, tem sido o principal canal interativo entre o governo e o setor. Qualquer associa\u00e7\u00e3o representativa que deseje contribuir para a formula\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas pode requerer a sua participa\u00e7\u00e3o para debater eventuais temas de interesse da categoria.\u201d<\/p>\n<p>Simone Kafruni- correiobrazilense<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Movimento, divulgado por ANTB e CNTRC, n\u00e3o tem representatividade, segundo assessor da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Transportadores Aut\u00f4nomos, Marlon Maues Ap\u00f3s manifesta\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Transporte do Brasil (ANTB) e do Conselho Nacional de Transporte Rodovi\u00e1rio de Cargas (CNTRC), que anunciaram uma greve de caminhoneiros \u201cmaior do que a de 2018\u201d para 1\u00ba de fevereiro, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":85024,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26,37],"tags":[],"class_list":["post-164052","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia","category-politica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/164052","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=164052"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/164052\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":164053,"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/164052\/revisions\/164053"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/85024"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=164052"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=164052"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=164052"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}