{"id":170505,"date":"2021-03-24T09:51:18","date_gmt":"2021-03-24T13:51:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=170505"},"modified":"2021-03-24T09:51:18","modified_gmt":"2021-03-24T13:51:18","slug":"producao-brasileira-de-spc-e-considerada-inovadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=170505","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o brasileira de SPC \u00e9 considerada inovadora"},"content":{"rendered":"<p>ma empresa brasileira recebeu uma patente do European Patent Office por seu processo de produ\u00e7\u00e3o \u00fanico de concentrado prot\u00e9ico de soja (SPC), utilizado na composi\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00f5es. Com isso a Rio Pardo Prote\u00edna Vegetal, com sede no Mato Grosso do Sul, passa a ter exclusividade em seu processo produtivo na Uni\u00e3o Europeia, chancelado pelo \u00f3rg\u00e3o como &#8220;inovador&#8221;.<\/p>\n<p>A principal diferen\u00e7a do procedimento da empresa \u00e9 a unifica\u00e7\u00e3o de etapas no processamento. Nos processos tradicionais, funciona da seguinte maneira: em uma primeira etapa, separa-se o \u00f3leo do gr\u00e3o de soja. Depois disso, faz-se um aquecimento para remover os solventes do processo. Em seguida, \u00e9 preciso uma segunda etapa para tirar os carboidratos sol\u00faveis, onde est\u00e3o os fatores antinutricionais da soja. Nesta extra\u00e7\u00e3o, utiliza-se \u00e1lcool e, para remov\u00ea-lo, se aquece novamente o gr\u00e3o.<\/p>\n<p>No processo da empresa sul-matogrossense isso tudo \u00e9 feito de uma s\u00f3 vez. \u201cTira-se o \u00f3leo e os carboidratos em apenas uma \u00fanica etapa e um \u00fanico aquecimento&#8221;, explica Leandro Baruel, gerente de exporta\u00e7\u00e3o da Rio Pardo.<\/p>\n<p>Desta forma a qualidade do produto aumenta consideravelmente, fator tamb\u00e9m considerado pelo \u00f3rg\u00e3o de patentes, que observou n\u00e3o apenas a metodologia e a pr\u00e1tica, mas tamb\u00e9m o produto final. &#8220;Quando reduzimos o n\u00famero de aquecimentos dos gr\u00e3os, diminu\u00edmos a possibilidade de ocorrer o que chamamos de \u2018rea\u00e7\u00e3o de Maillard\u2019, que \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de um complexo da prote\u00edna com carboidrato e a\u00e7\u00facares. Este complexo interfere na digestibilidade do produto&#8221;, comenta.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com isso a empresa chega ao patamar de ter um dos melhores concentrados prot\u00e9icos do mundo, com mais de 65% de solubilidade e 98% de digestibilidade. O processo tamb\u00e9m \u00e9 considerado mais sustent\u00e1vel pois reduz o consumo das energias t\u00e9rmica e el\u00e9trica. &#8220;No mercado de cria\u00e7\u00e3o de animais h\u00e1 uma press\u00e3o muito forte neste sentido. Da mat\u00e9ria-prima ao produto para os clientes, \u00e9 preciso ser o mais sustent\u00e1vel poss\u00edvel&#8221;, completa Baruel.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a ratifica\u00e7\u00e3o da comunidade europeia, a empresa tamb\u00e9m busca a patente no Brasil, nos Estados Unidos, no Canad\u00e1, Jap\u00e3o e Chile.\u00a0O Brasil soma, hoje, 60% de todo o mercado global de produ\u00e7\u00e3o do SPC. A prote\u00edna concentrada de soja (SPC) \u00e9 um produto com alto teor de prote\u00edna (acima de 60%). \u00c9 utilizado principalmente na aquicultura como substituto da farinha de peixe nas ra\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da suinocultura, avicultura, equinocultura e bovinocultura.<\/p>\n<p><small>Por: <strong class=\"fn\"><a class=\"text-uppercase\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agrolink<\/a><\/strong> &#8211;<i>Eliza Maliszewski<\/i> <\/small><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ma empresa brasileira recebeu uma patente do European Patent Office por seu processo de produ\u00e7\u00e3o \u00fanico de concentrado prot\u00e9ico de soja (SPC), utilizado na composi\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00f5es. 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