{"id":172813,"date":"2021-04-20T14:15:11","date_gmt":"2021-04-20T18:15:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=172813"},"modified":"2021-04-20T14:15:11","modified_gmt":"2021-04-20T18:15:11","slug":"vigilancia-investiga-mortes-de-quem-tomou-vacina-em-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=172813","title":{"rendered":"Vigil\u00e2ncia investiga mortes de quem tomou vacina em MS"},"content":{"rendered":"<div class=\"texto-noticia\">\n<p>Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade de Mato Grosso do Sul j\u00e1 estuda mortes que ocorreram ap\u00f3s vacina\u00e7\u00e3o contra a Covid-19. Segundo a diretora do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), Rosana Leite, o hospital j\u00e1 notificou casos, no entanto, a causa n\u00e3o est\u00e1 relacionada ao imunizante.<\/p>\n<p>Leite explica que a Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade do Estado j\u00e1 utiliza um question\u00e1rio para estudar os casos, com doses da vacina, per\u00edodo da imuniza\u00e7\u00e3o e infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus. Entretanto, ainda n\u00e3o foram repassados os resultados com n\u00famero de casos ocorridos no Estado.<\/p>\n<h2><a href=\"https:\/\/correiodoestado.com.br\/ultimas-noticias\"><u>\u00daLTIMAS NOT\u00cdCIAS<\/u><\/a><\/h2>\n<p>De acordo com Leite, ao menos tr\u00eas pacientes do hospital j\u00e1 morreram ap\u00f3s receberem o imunizante.<\/p>\n<p>O primeiro caso foi de um homem idoso que havia tomado a vacina h\u00e1 menos de uma semana, e por isso contraiu o v\u00edrus antes de ter uma resposta imunol\u00f3gica suficiente.<\/p>\n<p>O segundo caso foi de uma funcion\u00e1ria do Hospital que recebeu apenas a primeira dose do imunizante.<\/p>\n<p>\u201cUma funcion\u00e1ria tomou s\u00f3 a primeira dose, j\u00e1 era para ter algum tipo de imunidade mesmo sem chegar a tomar a segunda. E teve um colega m\u00e9dico que trabalhava aqui no hospital que morreu na \u00faltima semana e j\u00e1 tinha tomado as duas doses, mas por conta de complica\u00e7\u00f5es faleceu pela doen\u00e7a\u201d, relata.<\/p>\n<p>A infectologista, Ana L\u00facia Lyrio, respons\u00e1vel pelos testes da Coronavac no Estado, destaca o caso do m\u00e9dico pediatra Virg\u00edlio Gon\u00e7alves de Souza, que j\u00e1 havia recebido a vacina contra a Covid-19 e morreu no dia 14 de abril, ap\u00f3s complica\u00e7\u00f5es da doen\u00e7a. Segundo a infectologista, o m\u00e9dico utilizava medicamentos imunossupressores, que reduzem a efici\u00eancia do sistema imunol\u00f3gico.<\/p>\n<p>\u201cEle n\u00e3o consegue ter defesa. A morte tem correla\u00e7\u00e3o com a medica\u00e7\u00e3o em uso no paciente, imunossupress\u00e3o. Tem de continuar cuidando, porque a pessoa pode precisar de interna\u00e7\u00e3o e n\u00e3o ter vaga e morrer porque n\u00e3o conseguiu tratar\u201d, explica.<\/p>\n<p>De acordo com a Secretaria Municipal de Sa\u00fade (Sesau), Souza estava internado no hospital Unimed e possu\u00eda doen\u00e7as autoimunes. O m\u00e9dico trabalhava no Hospital Regional e fazia plant\u00f5es da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Coronel Antonino.<\/p>\n<\/div>\n<section id=\"widgets\">\n<div class=\"texto-noticia\">\n<h2>EFIC\u00c1CIA<\/h2>\n<p>Atualmente, o Estado conta com dois imunizantes contra a Covid-19, a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laborat\u00f3rio chines Sinovac, e a Astrazeneca, produzida pela Universidade de Oxford.<\/p>\n<p>De acordo com a infectologista, Mariana Croda, a vacina do Butantan apresenta efic\u00e1cia geral de 50,38% nos testes brasileiros, possui uma varia\u00e7\u00e3o de 83,7% de efic\u00e1cia nos casos moderados e graves e \u00e9 78% eficaz nos casos leves da Covid-19. Isto quer dizer que com a aplica\u00e7\u00e3o das duas doses da vacina, h\u00e1 grande probabilidade de redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es pela doen\u00e7a.<\/p>\n<p>A efic\u00e1cia geral da Astrazeneca apresentada nos testes foi de 79% nos casos sintom\u00e1ticos ap\u00f3s aplica\u00e7\u00e3o das duas doses.<\/p>\n<p>No entanto, Croda ressalta que ainda n\u00e3o h\u00e1 dados conclusivos a respeito da efic\u00e1cia da Astrazeneca no Brasil.<\/p>\n<h2>VARIANTES<\/h2>\n<p>No Estado, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) realizou estudos sobre a variante P.1. De acordo com os dados apresentados, a nova cepa atingiu 82% das 38 amostras analisadas entre os dias 6 a 9 deste m\u00eas.<\/p>\n<p>A equipe representada pelos pesquisadores J\u00falio Croda, Ana Rita Coimbra e James Venturini explicou que a P.1 possui maior transmissibilidade, atinge a popula\u00e7\u00e3o mais jovem, apresenta uma evolu\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida e causa maior gravidade da doen\u00e7a, al\u00e9m de diminuir a efetividade das vacinas.<\/p>\n<p>No Brasil, circulam principalmente tr\u00eas variantes do coronav\u00edrus, a brit\u00e2nica (B.1.1.7), a sul-africana (B.1.351) e a brasileira (B.1.1.28). Da brasileira surgiram a P.1 (de Manaus), considerada a mais agressiva, e a P.2 (do Rio de Janeiro).<\/p>\n<p>Na semana passada, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou a efic\u00e1cia da Coronavac em neutralizar e impedir a infec\u00e7\u00e3o pelas variantes que surgiram no Reino Unido, na \u00c1frica do Sul e no Brasil. Uma pesquisa da universidade brit\u00e2nica de Oxford mostrou que a vacina da farmac\u00eautica Astrazeneca tamb\u00e9m \u00e9 eficaz contra as variantes mais conhecidas e transmiss\u00edveis do coronav\u00edrus, principalmente a brasileira.<\/p>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Correio do Estado, Ana Karla Flores<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade de Mato Grosso do Sul j\u00e1 estuda mortes que ocorreram ap\u00f3s vacina\u00e7\u00e3o contra a Covid-19. Segundo a diretora do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), Rosana Leite, o hospital j\u00e1 notificou casos, no entanto, a causa n\u00e3o est\u00e1 relacionada ao imunizante. 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