{"id":184288,"date":"2021-08-31T09:03:00","date_gmt":"2021-08-31T13:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=184288"},"modified":"2021-08-31T09:03:00","modified_gmt":"2021-08-31T13:03:00","slug":"yeltsin-jacque-brilha-novamente-e-conquista-seu-segundo-ouro-nas-paralimpiadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=184288","title":{"rendered":"Yeltsin Jacque brilha novamente e conquista seu segundo ouro nas Paralimp\u00edadas"},"content":{"rendered":"<div class=\"texto-noticia\">\n<p>O para-atleta de Campo Grande, Yeltsin Jacques, fez hist\u00f3ria na noite desta segunda-feira (30) nos Jogos Paral\u00edmpicos de T\u00f3quio ao conquistar a cent\u00e9sima medalha de ouro para o Brasil em paralimp\u00edadas, e tamb\u00e9m a sua segunda medalha dourada na competi\u00e7\u00e3o que \u00e9 realizada no Jap\u00e3o neste ano.<\/p>\n<p>Para acrescentar a noite hist\u00f3rica, o campo-grandense ainda quebrou o recorde mundial ao vencer a final dos 1.500 metros na categoria T11, classe para atletas cegos, com a marca de 3min57s60.<\/p>\n<p>Na semana passada Yeltsin j\u00e1 havia conquistado seu primeiro ouro paral\u00edmpico, na prova dos 5.000 metros T11. Com o resultado, os para-atletas brasileiros chegam 13 medalhas no atletismo em T\u00f3quio: seis ouros, tr\u00eas pratas e quatro bronzes.<\/p>\n<p>\u201cQuero agradecer a minha fam\u00edlia, a minha esposa, e a todos de Campo Grande que sempre me apoiam\u201d, disse Jacques ap\u00f3s se consagrar mais uma vez.<\/p>\n<p>O campo-grandense venceu com folga e Bira, o guia dele, disse que segurou Yeltsin depois que a medalha j\u00e1 estava garantida.<\/p>\n<\/div>\n<section id=\"widgets\">\n<div class=\"texto-noticia\">\n<p>O Brasil j\u00e1 chegou ao Jap\u00e3o com muita expectativa em rela\u00e7\u00e3o a essa marca. Com 87 ouros contabilizados at\u00e9 o in\u00edcio dos Jogos Paral\u00edmpicos de T\u00f3quio, a cent\u00e9sima n\u00e3o parecia um sonho distante, j\u00e1 que em cada uma das quatro Paralimp\u00edadas imediatamente anteriores foram conquistados mais de 13 ouros: 14 em Atenas 2004, 16 em Pequim 2008, 21 em Londres 2012 e 14 na Rio 2013.<\/p>\n<p>Dos cem ouros brasileiros, portanto, 78 se concentraram nas \u00faltimas cinco edi\u00e7\u00f5es, incluindo os 13 de T\u00f3quio 2020. E essa cole\u00e7\u00e3o ainda pode aumentar um bocado at\u00e9 dia 5 de agosto, quando as Paralimp\u00edadas se encerram.<\/p>\n<p>Da primeira \u00e0 cent\u00e9sima medalha dourada brasileira, ambas no atletismo, houve uma enorme evolu\u00e7\u00e3o no esporte paral\u00edmpico do pa\u00eds. O Brasil come\u00e7ou a participar dos Jogos na sua quarta edi\u00e7\u00e3o, em Heidelberg, em 1972. Mas o primeiro ouro s\u00f3 chegou em 1984, com a vit\u00f3ria de Marcia Malsar nos 200m rasos C6.<\/p>\n<p>E dos cem, 83 se dividem entre duas modalidades: 47 no atletismo e 36 na nata\u00e7\u00e3o. Foi nas piscinas, inclusive, que se consagrou o atleta que mais fez o hino brasileiro ser tocado, Daniel Dias, 14 vezes campe\u00e3o paral\u00edmpico.<\/p>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Correio do Estado &#8211; Eduardo Miranda<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O para-atleta de Campo Grande, Yeltsin Jacques, fez hist\u00f3ria na noite desta segunda-feira (30) nos Jogos Paral\u00edmpicos de T\u00f3quio ao conquistar a cent\u00e9sima medalha de ouro para o Brasil em paralimp\u00edadas, e tamb\u00e9m a sua segunda medalha dourada na competi\u00e7\u00e3o que \u00e9 realizada no Jap\u00e3o neste ano. 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