{"id":18470,"date":"2016-01-12T07:58:45","date_gmt":"2016-01-12T10:58:45","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=18470"},"modified":"2016-01-12T07:58:45","modified_gmt":"2016-01-12T10:58:45","slug":"milho-a-espera-do-usda-mercado-opera-proximo-da-estabilidade-na-manha-desta-3a-feira-na-cbot","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=18470","title":{"rendered":"Milho: \u00c0 espera do USDA, mercado opera pr\u00f3ximo da estabilidade na manh\u00e3 desta 3\u00aa feira na CBOT"},"content":{"rendered":"<div class=\"materia\">\n<p style=\"text-align: justify;\">As cota\u00e7\u00f5es futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o preg\u00e3o desta ter\u00e7a-feira (12) com ligeiras altas, pr\u00f3ximas da estabilidade. Por volta das 8h16 (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia), as principais posi\u00e7\u00f5es do cereal exibiam ganhos de 0,25 pontos. O vencimento mar\u00e7o\/16 era cotado a US$ 3,52 por bushel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os analistas ainda sinalizam que nesse momento n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es fortes o suficiente para alavancar as cota\u00e7\u00f5es. E, nem mesmo os n\u00fameros dos embarques semanais reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), de 550,258 mil toneladas na semana encerrada no dia 7 de janeiro, conseguiram dar suporte ao mercado. O volume ficou acima das expectativas dos investidores entre 350 mil a 500 mil toneladas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paralelamente, o mercado j\u00e1 se prepara para o novo boletim de oferta e demanda do departamento, que ser\u00e1 divulgado nesta ter\u00e7a-feira. &#8220;Os relat\u00f3rios de amanh\u00e3 do USDA podem trazer alguns n\u00fameros amig\u00e1veis, mas podem n\u00e3o ser suficientes para preocupar os consumidores finais&#8221;, explica Bryce Knorr, analista de mercado do site internacional Farm Futures.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Milho: Pre\u00e7o em Paranagu\u00e1 fecha com recorde de R$ 43,00 por saca nesta 2\u00aa feira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><strong>Por Carla Mendes<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pre\u00e7os do milho praticados no porto de Paranagu\u00e1 bateram recorde nesta segunda-feira (11) ao chegarem aos R$ 43,00 por saca. Com alta de 13,16% em rela\u00e7\u00e3o ao fechamento da \u00faltima sexta-feira (8), o valor reflete um mercado muito demandado e que se depara com estoques ajustados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Temos um mercado sem vendedores e com muitos compradores&#8221;, relata Vlamir Brandalizze. Segundo o consultor da Brandalizze Consulting, os produtores que ainda t\u00eam o cereal para novas vendas seguram sua oferta e apostam em pre\u00e7os ainda melhores. Afinal, al\u00e9m de exporta\u00e7\u00f5es muito fortes, a demanda interna &#8211; principalmente no setor de ra\u00e7\u00f5es &#8211; tamb\u00e9m \u00e9 forte e carrega boas perspectivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;E o mercado j\u00e1 v\u00ea uma escassez de milho tamb\u00e9m mais para frente&#8221;, diz Brandalizze. &#8220;Temos, praticamente, 50% da safrinha j\u00e1 vendida e isso tamb\u00e9m mostra a for\u00e7a do mercado&#8221;, completa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E com isso, sobem os preos tamb\u00e9m no interior do Brasil. Ainda segundo o consultor, em Mato Grosso, as cota\u00e7\u00f5es trabalham com m\u00ednimas de R$ 20,50 e batem em m\u00e1ximas de R$ 26,00 por saca. Na regi\u00e3o de Sorriso, os valores variavam entre R$ 22,00 e R$ 23,00 por saca, n\u00fameros recordes tamb\u00e9m para essa pra\u00e7a. J\u00e1 no oeste do Paran\u00e1, pre\u00e7os variando entre R$ 28,00 e R$ 30,00 e algumas ind\u00fastrias no Sul do pa\u00eds ofertando algo at\u00e9 a faixa de R$ 33,00 a R$ 35,00 por saca. Ainda assim, os vendedores n\u00e3o aparecem para novos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O aumento significativo dos pre\u00e7os do milho, ainda segundo explica Brandalizze, n\u00e3o vem como um est\u00edmulo s\u00f3 para aquele produtor que j\u00e1 se prepara para o cultivo da safrinha &#8211; que inclusive, segundo ele, tem grande potencial &#8211; como para o que est\u00e1 colhendo a soja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a demanda n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 interna, mas as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de milho tamb\u00e9m v\u00eam se destacando e atuando como importante fator catalisador para esse avan\u00e7o dos pre\u00e7os. &#8220;Os pre\u00e7os do milho no Brasil iniciaram o ano em alta, impulsionados pelas exporta\u00e7\u00f5es aquecidas, que reduzem o excedente interno e sustentam os pre\u00e7os das opera\u00e7\u00f5es spot, de contratos antecipados e tamb\u00e9m de futuros na BM&amp;FBovespa&#8221;, como mostra a an\u00e1lise do Cepea nesta segunda-feira (11).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na primeira semana de janeiro de 2016, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de milho totalizaram 1.067,7 milh\u00e3o de toneladas e, durante todo o m\u00eas de dezembro, esse volume foi de 6.267,7 milh\u00f5es de toneladas, segundo os \u00faltimos n\u00fameros da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex) do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior reportados tamb\u00e9m nesta segunda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>BM&amp;F Bovespa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste ambiente e com o d\u00f3lar ainda acima dos R$ 4,00 no Brasil, os primeiros vencimentos fecharam esta sess\u00e3o com valores acima dos R$ 40,00 por saca na BM&amp;F Bovespa e com altas de mais de 1%. O janeiro\/16 encerrou o dia com R$ 40,45, subindo 1,25%, enquanto \u00a0mar\u00e7o\/16 ficou com R$ 40,93, e ganho de 1,41%. J\u00e1 o maio\/16 e o setembro\/16 buscaram o mesmo patamar, mas ainda encerraram o dia abaixo dele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta segunda, a moeda norte-americana fechou o preg\u00e3o &#8211; que foi de baixo volume de neg\u00f3cios &#8211; a R$ 4,0517 na venda, com alta de 0,28%. &#8220;O fluxo est\u00e1 muito pequeno e o vi\u00e9s global \u00e9 de alta do d\u00f3lar&#8221;, resumiu o especialista em c\u00e2mbio da corretora Icap Italo Abucater \u00e0 ag\u00eancia de not\u00edcias Reuters. Na m\u00ednima do dia a divisa foi a R$ 4,0021.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bolsa de Chicago<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Chicago, mercado t\u00e9cnico e de pequenos ajustes. As principais posi\u00e7\u00f5es fecharam o preg\u00e3o perdendo pouco mais de 5 pontos com as cota\u00e7\u00f5es ainda entre US$ 3,50 e US$ 3,80 por bushel. Os pre\u00e7os caminharam, no entanto, de lado durante toda a sess\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E os pre\u00e7os perderam for\u00e7a mesmo diante de bons n\u00fameros vindos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre os embarques semanais de gr\u00e3os do pa\u00eds. Na semana encerrada em 7 de janeiro, os EUA embarcaram 550,258 mil toneladas do cereal, contra expectativas que variavam de 350 mil a 500 mil toneladas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao mesmo tempo, a aten\u00e7\u00e3o dos traders tamb\u00e9m se voltam \u00e0s especula\u00e7\u00f5es que crescem \u00e0s v\u00e9speras dos novos boletins, entre eles o mensal de oferta e demanda que o USDA traz nesta ter\u00e7a-feira, 12 de janeiro. &#8220;Os relat\u00f3rios de amanh\u00e3 do USDA podem trazer alguns n\u00fameros amig\u00e1veis, mas podem n\u00e3o ser suficientes para preocupar os consumidores finais&#8221;, explica Bryce Knorr, analista de mercado do site internacional Farm Futures.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os estoques esperados pela equipe do portal, que fez uma pesquisa com mais de 1,550 produtores, \u00e9 de 41,25 milh\u00f5es de toneladas, um dos volumes mais baixos entre as proje\u00e7\u00f5es do mercado que antecedem a divulga\u00e7\u00e3o do boletim atualizado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda segundo Knorr, o mercado do milho na CBOT vem testando alguns patamares de suporte e est\u00e1 no limite para o contrato mar\u00e7o. &#8220;Se os futuros do mar\u00e7o n\u00e3o conseguirem se sustentar depois dos boletins de amanh\u00e3, novos alvos de baixa podem levar os pre\u00e7os aos US$ 3,37&#8221;, diz.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"autor\" style=\"text-align: justify;\">Por: <a class=\"author\" href=\"https:\/\/plus.google.com\/100691181129831820424?rel=author\" target=\"_blank\" rel=\"author\">Fernanda Cust\u00f3dio<\/a><\/div>\n<div class=\"fonte\" style=\"text-align: justify;\">Fonte: Not\u00edcias Agr\u00edcolas<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As cota\u00e7\u00f5es futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o preg\u00e3o desta ter\u00e7a-feira (12) com ligeiras altas, pr\u00f3ximas da estabilidade. Por volta das 8h16 (hor\u00e1rio de Bras\u00edlia), as principais posi\u00e7\u00f5es do cereal exibiam ganhos de 0,25 pontos. O vencimento mar\u00e7o\/16 era cotado a US$ 3,52 por bushel. 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