{"id":186506,"date":"2021-09-26T09:40:27","date_gmt":"2021-09-26T13:40:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=186506"},"modified":"2021-09-26T09:48:12","modified_gmt":"2021-09-26T13:48:12","slug":"arabia-saudita-mostra-que-nao-existe-limites-para-agricultura-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=186506","title":{"rendered":"Ar\u00e1bia Saudita mostra que n\u00e3o existe limites para agricultura"},"content":{"rendered":"<div>Enquanto temos uma verdadeira ind\u00fastria da seca instaurada em nosso semi-\u00e1rido, a Caatinga, aonde se faz uma manuten\u00e7\u00e3o de uma situa\u00e7\u00e3o bastante degradante de uma popula\u00e7\u00e3o inteira, apenas pelo fornecimentos de bolsas. Faltam as iniciativas que n\u00e3o s\u00f3 combatam a fome, com medidas paliativas, como tamb\u00e9m crie um sistema produtivo para que a m\u00e9dio e longo prazo aquela popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o dependa mais de esmolas do estado.<\/div>\n<div>\n<div>\u00c9 aquela velha hist\u00f3ria, n\u00e3o basta dar o peixe \u00e9 preciso se ensinar a pescar. Na Ar\u00e1bia Saudita, aonde temos situa\u00e7\u00f5es de seca bastante intensa, temos um modelo que em algum ponto pode servir de inspira\u00e7\u00e3o para resolver algumas quest\u00f5es do nosso semi-\u00e1rido.<\/div>\n<div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-186507\" src=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao.png\" alt=\"\" width=\"1200\" height=\"802\" srcset=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao.png 1200w, https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao-300x201.png 300w, https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao-1024x684.png 1024w, https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao-768x513.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><\/p>\n<div>\n<div>Atrav\u00e9s dessa combina\u00e7\u00e3o de comprimentos de onda, a vegeta\u00e7\u00e3o nova parece verde claro ao passo que a vegeta\u00e7\u00e3o seca e os campos em alqueive tem cor de ferrugem. Superf\u00edcies secas (na maior parte deserto) s\u00e3o mostradas em rosa e amarelo. A sede das plantas que nascem no deserto \u00e1rabe \u00e9 satisfeita por \u00e1gua que data da ultima era do gelo. Em um passado mais temperado, ha cerca de 20.000 anos,, essa \u00e1gua \u201cf\u00f3ssil\u201d formou aqu\u00edferos que agora est\u00e3o enterrados muito abaixo dos oceanos de areia e das forma\u00e7\u00f5es de calc\u00e1rio.<\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao3.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-186509\" src=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao3.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"684\" srcset=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao3.png 1024w, https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao3-300x200.png 300w, https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao3-768x513.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><br \/>\nUm deserto em tons de verde Ao longo das ultimas tr\u00eas d\u00e9cadas, a Ar\u00e1bia Saudita esteve explorando um recurso mais valioso que o petr\u00f3leo. Engenheiros e fazendeiros t\u00eam aproveitado reservas de \u00e1gua ocultas para plantar gr\u00e3os, frutas e legumes no deserto. A s\u00e9rie de imagens em falsa cor acima mostra a evolu\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas na bacia de Wadi As-Sirhan, fotografada por sat\u00e9lites em 1987, 1991, 2000 e 2012. As imagens foram captadas por sensores semelhantes \u2013 o Thematic Mapper e o Enhanced Thematic Mapper Plus \u2013 em tr\u00eas sat\u00e9lites Landsat diferentes (4, 5 e 7). Cada um dos campos nas imagens tem 1 quil\u00f4metro de extens\u00e3o e utiliza irriga\u00e7\u00e3o de piv\u00f4 central. Os sensores dos sat\u00e9lites Landsat captaram a luz refletida pela Terra nos espectros curtos \u2013 infravermelho, infravermelho pr\u00f3ximo e verde.<\/div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao4.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-186510\" src=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao4.png\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"489\" srcset=\"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao4.png 640w, https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/arabia-prudcao4-300x229.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/div>\n<div>\n<div>\n<p>Os \u00e1rabes alcan\u00e7aram essas fontes subterr\u00e2neas escavando po\u00e7os atrav\u00e9s da rocha sedimentar, chegando a escavar um quil\u00f4metro abaixo da areia do deserto. Embora ningu\u00e9m saiba quanta \u00e1gua h\u00e1 por sob o deserto \u2013 as estimativas v\u00e3o de 252 a 870 quil\u00f4metros c\u00fabicos \u2013 hidr\u00f3logos acreditam que a extra\u00e7\u00e3o s\u00f3 ser\u00e1 vi\u00e1vel por cerca de 50 anos.<\/p>\n<div>\n<p>A m\u00e9dia de precipita\u00e7\u00e3o pluvial \u00e9 de 100 a 200 mm por ano, e ainda assim geralmente n\u00e3o renova os aqu\u00edferos subterr\u00e2neos, fazendo deles uma fonte n\u00e3o renov\u00e1vel. Em 2006, o pa\u00eds tinha 2.4 km c\u00fabicos de fontes renov\u00e1veis de \u00e1gua doce na superf\u00edcie, de acordo com a Food and Agricultural Organization. O consumo humano, industrial e agr\u00e1rio era de 23.7 km c\u00fabicos ao ano. O volume de \u00e1gua usado para a agricultura no deserto triplicou de cerca de 6.8 km c\u00fabicos in 1980 para cerca de 21 km c\u00fabicos em 2006.<\/p>\n<p>comprerural<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto temos uma verdadeira ind\u00fastria da seca instaurada em nosso semi-\u00e1rido, a Caatinga, aonde se faz uma manuten\u00e7\u00e3o de uma situa\u00e7\u00e3o bastante degradante de uma popula\u00e7\u00e3o inteira, apenas pelo fornecimentos de bolsas. 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