{"id":198201,"date":"2022-02-11T08:47:03","date_gmt":"2022-02-11T12:47:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=198201"},"modified":"2022-02-11T08:47:03","modified_gmt":"2022-02-11T12:47:03","slug":"pesquisa-desenvolve-peixe-sem-espinhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=198201","title":{"rendered":"Pesquisa desenvolve peixe sem espinhas"},"content":{"rendered":"<blockquote>\n<h3 class=\"noticeSubtitle\">Prote\u00edna foi cultivada em laborat\u00f3rio no Rio de Janeiro<\/h3>\n<\/blockquote>\n<p>J\u00e1 imaginou comer um peixe com nenhuma espinha? Isso j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel e sem precisar retir\u00e1-las no processo de cozimento ou filetagem. Uma startup sediada, no Rio de Janeiro (RJ), conseguiu fazer a primeira bioprodu\u00e7\u00e3o da carne de peixe cultivada em laborat\u00f3rio no Brasil.<\/p>\n<p>O trabalho \u00e9 desenvolvido, inicialmente, com as esp\u00e9cies garoupa, cherne, robalo e linguado e abre espa\u00e7o para a produ\u00e7\u00e3o de peixes em laborat\u00f3rio em escala industrial, eliminando o abate dos animais. Funciona assim: a partir da bi\u00f3psia das esp\u00e9cies comerciais, foram obtidas e cultivadas c\u00e9lulas-tronco que serviram de fonte das linhagens celulares, que possuem alta capacidade de reprodu\u00e7\u00e3o. Depois, foram definidos os melhores nutrientes e as condi\u00e7\u00f5es de cultivo em laborat\u00f3rio para seu crescimento. As c\u00e9lulas foram ent\u00e3o alimentadas em biorreatores para formar a biomassa de prote\u00ednas da carne de pescado.<\/p>\n<p>O m\u00e9todo foi desenvolvido no Banco de C\u00e9lulas do Rio de Janeiro, localizado em Duque de Caxias, que vai executar todo o processo. A expectativa \u00e9 desenvolver um prot\u00f3tipo at\u00e9 o final do ano e come\u00e7ar a produzir e comercializar a prote\u00edna j\u00e1 em 2023.<\/p>\n<p>Inicialmente seriam colocados no mercado embutidos, como salsichas, e alimentos preparados como nuggets e hamb\u00fargueres. Com o uso de impressoras 3D tamb\u00e9m est\u00e1 prevista a fabrica\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de fil\u00e9s e sashimis e avan\u00e7ar para outras esp\u00e9cies como atum, salm\u00e3o, bacalhau e namorado.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma alternativa mais ecol\u00f3gica, sustent\u00e1vel. Voc\u00ea tem economia de \u00e1gua, espa\u00e7o. Quando voc\u00ea fala de peixe, significa n\u00e3o ter mais que ficar pescando, acabando com popula\u00e7\u00f5es, inclusive amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o&#8221;, destacou o bi\u00f3logo marinho Marcelo Szpilman, fundador e CEO da startup Sustineri Piscis.<\/p>\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) projeta que ser\u00e1 necess\u00e1rio aumentar a produ\u00e7\u00e3o de alimentos em 70% at\u00e9 2050 e por isso, estima-se que 35% das carnes consumidas no mundo em 2040 dever\u00e3o ser produzidas a partir da reprodu\u00e7\u00e3o celular.<\/p>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-md-6\">\n<p class=\"noticeInfo\"><strong>Fonte:<\/strong> Agrolink<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prote\u00edna foi cultivada em laborat\u00f3rio no Rio de Janeiro J\u00e1 imaginou comer um peixe com nenhuma espinha? Isso j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel e sem precisar retir\u00e1-las no processo de cozimento ou filetagem. 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