{"id":20299,"date":"2016-02-10T13:23:06","date_gmt":"2016-02-10T16:23:06","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=20299"},"modified":"2016-02-10T13:23:06","modified_gmt":"2016-02-10T16:23:06","slug":"quatro-filhos-de-mulher-tem-dengue-ao-mesmo-tempo-em-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=20299","title":{"rendered":"Quatro filhos de mulher t\u00eam dengue ao mesmo tempo em MS"},"content":{"rendered":"<p>Quatro dois seis filhos infectados com o v\u00edrus da dengue ao mesmo tempo. Esse \u00e9 o drama vivido atualmente pela cozinheira Oslania Cabreira Torres Pinto, de 35 anos. Preocupada com a epidemia, ela diz que o m\u00e9dico informou que, no caso da filha de quatro anos, o quadro pode evoluir para dengue hemorr\u00e1gica. Por conta da epidemia, a m\u00e3e faz um apelo e implora para as pessoas cuidarem do seu quintal.<\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 o m\u00e9dico disse que nunca viu uma epidemia igual a esta e que est\u00e1 afetando principalmente as crian\u00e7as. Aqui em casa foi uma sequ\u00eancia e o diagn\u00f3stico aponta que todos foram infectados no mesmo per\u00edodo. O Pedro, de seis anos, foi o primeiro a sentir os sintomas. Em seguida, todos os outros\u201d, afirmou ao <strong>G1<\/strong> Torres.<\/p>\n<p>O menino de seis anos foi ao m\u00e9dico na \u00faltima quinta-feira (4), com febre alta. \u201cEle fez o teste e o resultado saiu em dois dias. No outro dia, pela manh\u00e3, o Felipe de dez anos come\u00e7ou a reclamar de dor de cabe\u00e7a, dores abdominais e cansa\u00e7o. Em seguida, a Maria de quatro anos e o Davi de um ano de dez meses falaram das mesmas dores\u201d, explicou a cozinheira.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\">\n<figure style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Exames feitos nas crian\u00e7as em Campo Grande (Foto: Oslania Torres \/ Arquivo Pessoal)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/iGS0J2ZIgtQQpUHyLfjuvbJjcGo=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2016\/02\/09\/doenca.jpg\" alt=\"Exames feitos nas crian\u00e7as em Campo Grande (Foto: Oslania Torres \/ Arquivo Pessoal)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Exames feitos nas crian\u00e7as em Campo Grande (Foto: Oslania Torres \/ Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Por conta da rotina de trabalho, o esposo cuida das crian\u00e7as durante a manh\u00e3. \u201cEu limpei o terreno e cuido sempre para deixar tudo limpo. Eu at\u00e9 questionei a vizinha sobre focos. Agora estou passando um sufoco, com um aperto no cora\u00e7\u00e3o. No caso da minha filha, o m\u00e9dico fez um exame de urg\u00eancia porque o quadro dela pode evoluir para hemorr\u00e1gico. Agora estou fazendo hidrata\u00e7\u00e3o neles o tempo todo\u201d, finalizou.<\/p>\n<p><strong>Casos suspeitos<\/strong><br \/>\nEntre os dias 3 e 30 de janeiro foram notificados em Mato Grosso do Sul 12.219 casos suspeitos de dengue. A m\u00e9dia nestes 28 dias de 2016 foi 436,39 registros di\u00e1rios, 18,18 por hora e 1 a cada 3,2 minutos, segundo c\u00e1lculos do <strong>G1<\/strong> com base nas informa\u00e7\u00f5es do mais recente Levantamento Epidemiol\u00f3gico da secretaria estadual de Sa\u00fade.<\/p>\n<p>O levantamento aponta ainda que 39 dos 79 munic\u00edpios do estado t\u00eam alta incid\u00eancia de casos suspeitos da doen\u00e7a neste in\u00edcio de ano, com mais de 300 casos por 100 mil habitantes.<\/p>\n<div class=\"foto componente_materia midia-largura-300\">\n<figure style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Marcas do doen\u00e7a em um dos filhos da cozinheira (Foto: Oslania Torres \/ Arquivo Pessoal)\" src=\"http:\/\/s2.glbimg.com\/34y8sYE-Hx7xB8661iHmztrXVGI=\/300x225\/s.glbimg.com\/jo\/g1\/f\/original\/2016\/02\/09\/pintas.png\" alt=\"Marcas do doen\u00e7a em um dos filhos da cozinheira (Foto: Oslania Torres \/ Arquivo Pessoal)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Marcas do doen\u00e7a em um dos filhos da cozinheira (Foto: Oslania Torres \/ Arquivo Pessoal)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>A cidade com maior incid\u00eancia de dengue em Mato Grosso do Sul neste primeiro m\u00eas do ano foi Dois Irm\u00e3os do Buriti, que com 172 registros notificados, para uma popula\u00e7\u00e3o de 10.793 habitantes, contabilizou a incid\u00eancia de 1.593,6.<\/p>\n<p>Em n\u00fameros totais de casos, os munic\u00edpios com maior quantidade de notifica\u00e7\u00f5es no per\u00edodo foram: Campo Grande, com 5.464 registros, seguido por Dourados, com 612, Ponta Por\u00e3, com 458, Coxim, com 332, Tr\u00eas Lagoas, com 318 e Parana\u00edba, com 308. Somente na \u00faltima semana de janeiro, do dia 24 ao dia 30, foram 1.804 notifica\u00e7\u00f5es.De acordo com o levantamento, este ano j\u00e1 foram confirmadas duas mortes provocadas pela dengue no estado. Os dois casos ocorreram em Campo Grande.\u00a0 No ano passado a doen\u00e7a provocou a morte de 17 pessoas no estado e outros dois casos ainda est\u00e3o sendo investigados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>G1 MS<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quatro dois seis filhos infectados com o v\u00edrus da dengue ao mesmo tempo. Esse \u00e9 o drama vivido atualmente pela cozinheira Oslania Cabreira Torres Pinto, de 35 anos. Preocupada com a epidemia, ela diz que o m\u00e9dico informou que, no caso da filha de quatro anos, o quadro pode evoluir para dengue hemorr\u00e1gica. 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