{"id":235430,"date":"2023-03-28T08:24:59","date_gmt":"2023-03-28T12:24:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=235430"},"modified":"2023-03-28T08:33:44","modified_gmt":"2023-03-28T12:33:44","slug":"ms-registra-sete-mortes-em-apenas-3-meses-e-suspeitas-de-dengue-disparam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=235430","title":{"rendered":"MS registra sete mortes em apenas 3 meses e suspeitas de dengue disparam"},"content":{"rendered":"<p>Os casos de dengue aumentaram sete vezes em 2023 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Neste ano, foram 16.723 casos prov\u00e1veis da doen\u00e7a, com pessoas com todos os sintomas, mas sem a confirma\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio. O que preocupa ainda mais s\u00e3o sete mortes, de acordo com o \u00faltimo boletim da SES-MS (Secretaria de Estado de Sa\u00fade de Mato Grosso do Sul). J\u00e1 em 2022, foram 2.349 casos at\u00e9 a 11\u00aa semana com duas mortes.<\/p>\n<p>As mortes foram registradas nos munic\u00edpios de Tr\u00eas Lagoas (2), Guia Lopes da Laguna, Dourados, Amambai, Campo Grande e Aquidauana. Ainda segundo a SES, mais tr\u00eas \u00f3bitos est\u00e3o em investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A divis\u00e3o cronol\u00f3gica dos \u00f3bitos foi de um em janeiro, um em fevereiro e cinco neste m\u00eas. No mesmo per\u00edodo do ano passado, Mato Grosso do Sul tinha registrado apenas duas mortes no terceiro m\u00eas.<\/p>\n<p>Vale registrar que os anos com mais mortes na s\u00e9rie hist\u00f3rica, desde 2014, foram 2020 (com 43 \u00f3bitos) e 2019 (com 33).<\/p>\n<p>Alta incid\u00eancia &#8211; Ainda nem terminou o terceiro m\u00eas do ano e o Estado confirmou 7.988 pacientes com a doen\u00e7a. Mato Grosso do Sul \u00e9 o 10\u00ba no ranking de incid\u00eancia com 595,3 casos prov\u00e1veis para cada 100 mil habitantes. Com isso, a classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 de alta incid\u00eancia.<\/p>\n<p>Dos 79 munic\u00edpios de Mato Grosso do Sul, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 grave em ao menos 45, que registram alta incid\u00eancia. As maiores taxas est\u00e3o em Bataypor\u00e3 (3.630,3); Alcin\u00f3polis (3.581,3) e Bodoquena (3.215,1). Cinco cidades est\u00e3o com o valor na taxa dos 2 mil: Jaraguari (2.808,0); Ant\u00f4nio Jo\u00e3o (2.572,1); Itapor\u00e3 (2.555,4); Corumb\u00e1 (2.322,0) e Lad\u00e1rio (2.076,9).<\/p>\n<p>Campo Grande est\u00e1 na classifica\u00e7\u00e3o de incid\u00eancia m\u00e9dia com 1.579 casos prov\u00e1veis para os mais de 900 mil habitantes. A taxa da Capital \u00e9 de 174,3.<\/p>\n<p>Somente sete munic\u00edpios est\u00e3o com a taxa de baixa incid\u00eancia (abaixo dos 100 casos). S\u00e3o eles: Nova Alvorada do Sul (75,8); Terenos (71,8); Parana\u00edba (66,2); Ribas do Rio Pardo (60,1); Paranhos (55,5); Japor\u00e3 (43,3); e Iguatemi (30,9).<\/p>\n<p>Em quase tr\u00eas meses, Coronel Sapucaia, Eldorado, Jate\u00ed e Para\u00edso das \u00c1guas s\u00e3o os lugares de Mato Grosso do Sul sem a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Casos confirmados &#8211; Tr\u00eas Lagoas lidera o n\u00famero de casos confirmados da doen\u00e7a, dos 7.988, o munic\u00edpio da regi\u00e3o do Bols\u00e3o representa 711. Na sequ\u00eancia, vem a Capital com 408. Abaixo vem Bonito (373), Bela Vista (361), Bataypor\u00e3 (336) e Maracaju (334).<\/p>\n<p>A dengue, zika e chikungunya s\u00e3o tr\u00eas doen\u00e7as transmitidas por vetor. A melhor forma de combater o aumento de casos \u00e9 a elimina\u00e7\u00e3o dos focos de reprodu\u00e7\u00e3o do mosquito Aedes aegypti.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Campo Grande News, Gabriel de Matos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os casos de dengue aumentaram sete vezes em 2023 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Neste ano, foram 16.723 casos prov\u00e1veis da doen\u00e7a, com pessoas com todos os sintomas, mas sem a confirma\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio. 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