{"id":26127,"date":"2016-04-26T08:55:19","date_gmt":"2016-04-26T12:55:19","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=26127"},"modified":"2016-04-26T08:55:51","modified_gmt":"2016-04-26T12:55:51","slug":"conheca-os-senadores-que-compoem-a-comissao-do-impeachment-dois-dao-de-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=26127","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a os senadores que comp\u00f5em a Comiss\u00e3o do Impeachment, dois d\u00e3o de MS e um de GO"},"content":{"rendered":"<p>O plen\u00e1rio do Senado elegeu nesta segunda-feira (25) os 21 titulares e 21 suplentes da comiss\u00e3o especial que vai examinar o processo de\u00a0impeachment\u00a0da presidente\u00a0Dilma Rousseff. A instala\u00e7\u00e3o oficial do colegiado, com a elei\u00e7\u00e3o do presidente, do vice e do relator, est\u00e1 prevista para esta ter\u00e7a-feira (26), para \u00e0s 10h. O senador\u00a0Raimundo Lira \u00e9 o indicado pelo PMDB para presidir a comiss\u00e3o do\u00a0impeachment\u00a0no Senado.<\/p>\n<p>Os nomes indicados para compor a comiss\u00e3o ainda ter\u00e3o que cumprir uma formalidade: ser aprovados, em sess\u00e3o deliberativa do Senado, marcada para esta segunda-feira (25). Em seguida, j\u00e1 na comiss\u00e3o, nesta ter\u00e7a\u00a0(26), ser\u00e3o eleitos o presidente e o relator. Segundo o Regimento Interno do Senado, caber\u00e1 ao presidente da comiss\u00e3o\u00a0indicar o relator.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o da comiss\u00e3o, come\u00e7a a contar o prazo de dez dias \u00fateis para que o relator apresente o parecer sobre a admissibilidade da abertura do processo. O parecer precisa ser votado pelos integrantes do colegiado e a aprova\u00e7\u00e3o se d\u00e1 por maioria simples.<\/p>\n<p>Qualquer que seja o resultado da vota\u00e7\u00e3o na comiss\u00e3o, a decis\u00e3o final cabe ao plen\u00e1rio do Senado, que \u00e9 soberano. No plen\u00e1rio, o parecer da comiss\u00e3o ser\u00e1 lido e, ap\u00f3s 48 horas, votado nominalmente pelos senadores. Para ser aprovado \u00e9 necess\u00e1ria a metade mais um dos votos dos senadores presentes, desde que votem pelo menos 41 dos 81 senadores. Por exemplo, se 75 senadores estiverem presentes, ser\u00e3o necess\u00e1rios 38 votos para o processo de\u00a0impeachment ser aceito na Casa.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a quem s\u00e3o os senadores que devem ser oficializados hoje como integrantes titulares da comiss\u00e3o:<\/p>\n<p><strong>PMDB &#8211;\u00a05 vagas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Raimundo Lira (PMDB-PB)<\/strong><\/p>\n<p>Indicado pelo PMDB para presidir a Comiss\u00e3o do Impeachment no Senado, Raimundo Lira est\u00e1 na sua segunda legislatura como senador. Ele j\u00e1 havia ocupado o cargo entre os anos de 1987 e 1994. \u00c0 \u00e9poca, ele foi eleito pelo PMDB. Mas em 1989, foi para o PRN (partido no qual Fernando Collor se elegeria presidente). Em 1994, tentou a reelei\u00e7\u00e3o pelo PFL e perdeu. Depois deste per\u00edodo,\u00a0ficou afastado da pol\u00edtica. Em 2010, ele entrou como suplente de Vital do R\u00eago Filho. Lira assumiu a cadeira no Senado ap\u00f3s Vital ir para o TCU em 2014.<\/p>\n<p><strong>Rose de Freitas (PMDB-ES)<\/strong><\/p>\n<p>Mineira de nascimento, Rose de Freitas est\u00e1 no Senado representando o estado do Esp\u00edrito Santo desde 2015 (eleita). Antes, ela havia sido eleita para diversas outros cargos. Em 1982, foi deputada estadual pelo PMDB. Em 1986, virou deputada federal. No meio do mandato, foi para o PSDB. Se reelegeu em 1990 e perdeu as elei\u00e7\u00f5es estaduais em 1994. Rose acabou voltando \u00e0 C\u00e2mara dos Deputados como suplente em 1998 e como titular em 2002. Em 2006, ela voltou ao PMDB e conseguiu se reeleger\u00a0em 2006 e 2010.<\/p>\n<p><strong>Simone Tebet (PMDB-MS)<\/strong><\/p>\n<p>Simone \u00e9 filha do ex-presidente do Senado Ramez Tebet (que morreu em 2006). Com 46 anos, ela est\u00e1 na primeira legislatura como senadora, mas tem um curr\u00edculo longo no Mato Grosso do Sul. Foi eleita deputada estadual em 2002, prefeita de Tr\u00eas Lagoas (MS) em 2004 e 2008 e vice-governadora do estado em 2010.<\/p>\n<p><strong>D\u00e1rio Berger (PMDB-SC)<\/strong><\/p>\n<p>Convocado para a comiss\u00e3o de \u00faltima hora, na vaga de Jos\u00e9 Maranh\u00e3o (PMDB-PB), D\u00e1rio Berger foi ex-prefeito das cidades de S\u00e3o Jos\u00e9 (1997-2004) e Florian\u00f3polis (2005-2012). Antes de integrar o PMDB, ela era do PFL. Al\u00e9m de pol\u00edtico (desde 1989), Berger \u00e9 administrador de empresas.<\/p>\n<p><strong>Waldemir Moka (PMDB-MS)<\/strong><\/p>\n<p>Senador desde 2011 pelo Mato Grosso do Sul, Waldemir Moka come\u00e7ou a carreira pol\u00edtica em 1983 quando foi vereador em Campo Grande. Depois, foi eleito deputado estadual por tr\u00eas mandatos. Em 1999, se elegeu deputado federal e foi reeleito por duas vezes. Todas as elei\u00e7\u00f5es de Moka foi representando o PMDB. Al\u00e9m de pol\u00edtico, ele \u00e9 m\u00e9dico.<\/p>\n<p>Bloco Parlamentar da Oposi\u00e7\u00e3o (PSDB-DEM-PV) &#8211;\u00a04 vagas<\/p>\n<p><strong>Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP)<\/strong><\/p>\n<p>Um dos nomes mais forte do PSDB atualmente, Aloysio Nunes lutou contra a ditadura militar e chegou a ser exilado do pa\u00eds por participar de movimentos contr\u00e1rios ao regime. Depois de ser filiado ao PCB, ele ajudou a fundar o PMDB e entrou no PSDB em 1997. Foi ministro do governo Fernando Henrique Cardoso. \u00c9 senador desde 2007 e em 2014 foi vice de A\u00e9cio Neves na disputa da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p><strong>Antonio Anastasia (PSDB-MG)<\/strong><\/p>\n<p>Ex-governador de Minas, Antonio Anastasia trabalhou por mais de dez anos na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica do estado e do governo federal antes de entrar para a pol\u00edtica. A primeira elei\u00e7\u00e3o foi como vice da chapa de A\u00e9cio Neves (tamb\u00e9m senador por Minas Gerais) em 2006. Com a sa\u00edda de A\u00e9cio para concorrer ao Senado, Anastasia assumiu o governo. Em 2010, ele foi reeleito. Ficou como governador at\u00e9 2014, quando se elegeu senador.<\/p>\n<p><strong>C\u00e1ssio Cunha Lima (PSDB-PB)<\/strong><\/p>\n<p>Filho do ex-governador Ronaldo Cunha Lima, C\u00e1ssio tem uma extensa carreira pol\u00edtica na Para\u00edba. Al\u00e9m da elei\u00e7\u00e3o para o Senado, em 2014, ele j\u00e1 acumulou tr\u00eas elei\u00e7\u00f5es para prefeito de Campina Grande e duas elei\u00e7\u00f5es para governador. Na \u00faltima vez que foi governador, ele acabou cassado por irregularidades nas elei\u00e7\u00f5es. Cunha Lima come\u00e7ou a carreira pol\u00edtica no PMDB. Em 2001, ele foi para o PSDB, partido que est\u00e1 at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p><strong>Ronaldo Caiado (DEM-GO)<\/strong><\/p>\n<p>Senador desde 2015 (eleito em 2014), Caiado teve a primeira apari\u00e7\u00e3o pol\u00edtica como candidato \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. Ele concorreu ao cargo em 1989, quando ficou em 10\u00ba lugar. No ano seguinte, foi eleito deputado estadual. Ele ficou no cargo por cinco legislaturas. Caiado \u00e9 um dos l\u00edderes da bancada ruralista no Congresso. Em seu site oficial, h\u00e1 a informa\u00e7\u00e3o de que ele foi o criador oficial da bancada.<\/p>\n<p>Bloco de Apoio ao Governo (PT-PDT) &#8211;\u00a04 vagas<\/p>\n<p><strong>Gleisi Hoffmann (PT-PR)<\/strong><\/p>\n<p>Senadora pelo Paran\u00e1 desde 2011, Gleisi Hoffman se filiou ao PT em 1989. Durante alguns anos, trabalhou na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica no Paran\u00e1 (inclusive na Hidrel\u00e9trica Itaipu) e no Mato Grosso do Sul. Em 2006, tentou elei\u00e7\u00e3o para o Senado, mas perdeu. Em 2008, tentou a disputa pela prefeitura de Curitiba, mas tamb\u00e9m foi derrotada. Em 2011, Gleisi assumiu como ministra-chefe da Casa Civil, cargo que ficou at\u00e9 2014. Ela \u00e9 uma das investigadas na Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, da Pol\u00edcia Federal.<\/p>\n<p><strong>Lindbergh Farias (PT-RJ)<\/strong><\/p>\n<p>Senador desde 2011, Lindberg Farias j\u00e1 havia ocupado os cargos de prefeito de Nova Igua\u00e7u e deputado federal pelo Rio de Janeiro. O senador, que foi um dos s\u00edmbolos do movimento dos caras-pintadas, foi filiado ao PCdoB e ao PSTU antes de entrar no PT em 2011. Lindberg tamb\u00e9m \u00e9 investigado na Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato.<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Pimentel (PT-CE)<\/strong><\/p>\n<p>Banc\u00e1rio aposentado, Pimentel \u00e9 senador desde 2011, Jos\u00e9 Pimentel havia sido, por quatro oportunidades, deputado federal pelo Cear\u00e1. Em 2008, ele assumiu o Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia Social do governo Lula. Pimentel ficou por dois anos no cargo. Atualmente, ele \u00e9 l\u00edder do governo no Congresso Nacional.<\/p>\n<p><strong>Telm\u00e1rio Mota (PDT-RR)<\/strong><\/p>\n<p>Autodenominado o \u201csenador do povo\u201d, Telm\u00e1rio Mota tem uma carreira pol\u00edtica relativamente curta. Antes de ser senador, o \u00fanico cargo pol\u00edtico que havia ocupado foi\u00a0o de vereador de Boa Vista (RR), entre 2007 e 2010. Em 2008, ele tentou ser eleito prefeito da cidade cidade, mas perdeu. Em 2011, foi derrotado nas elei\u00e7\u00f5es para o Senado. Telm\u00e1rio foi banc\u00e1rio e \u00e9 formado em economia.<\/p>\n<p>Bloco Parlamentar Socialismo e Democracia (PSB-PPS-PCDOB-REDE) &#8211;\u00a03 vagas<\/p>\n<p><strong>Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)<\/strong><\/p>\n<p>Foi eleito deputado estadual em 1982. Em 1986 e 1990, elegeu-se deputado federal. Em 1992, chegou \u00e0 prefeitura de Petrolina, que voltou a ocupar ap\u00f3s vencer os pleitos de 2000 e 2004. Em 2007, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econ\u00f4mico de Pernambuco no governo de Eduardo Campos. A partir de 2011, foi ministro da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, no primeiro mandato de Dilma Rousseff, at\u00e9 outubro de 2013. Assumiu a vaga no Senado de Jarbas Vasconcelos, ap\u00f3s ser eleito em 2015. \u00a0O senador \u00e9 um dos investigados na Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato.<\/p>\n<p><strong>Rom\u00e1rio (PSB-RJ)<\/strong><\/p>\n<p>Rom\u00e1rio \u00e9 um dos senadores mais conhecido na atualidade. Antes de ocupar a cadeira no Congresso, ele foi campe\u00e3o mundial pela Sele\u00e7\u00e3o Brasileira de futebol em 1994 e melhor jogador do mundo. A mudan\u00e7a dos campos para a pol\u00edtica veio em 2011, quando foi eleito deputado federal. Ele ocupa o cargo de senador desde 2015. Dentro do Congresso, preside a CPI do Futebol.<\/p>\n<p><strong>Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 filiada ao PCdoB desde 1980. Foi vereadora em Manaus entre 1989 e 1999 e deputada federal por tr\u00eas mandatos consecutivos \u2014 de 1999 a 2011, quando elegeu-se ao Senado. Ocupa a fun\u00e7\u00e3o de primeira procuradora especial da Mulher no Senado. \u00c9 l\u00edder do PCdoB e titular de 13 comiss\u00f5es e conselhos na Casa.<\/p>\n<p>Bloco Parlamentar Democracia Progressista (PP-PSD) &#8211;\u00a03 vagas<\/p>\n<p><strong>Ana Am\u00e9lia (PP-RS)<\/strong><\/p>\n<p>Foi eleita pelo Rio Grande do Sul em 2010, com 3,4 milh\u00f5es de votos. \u00c9 titular de sete comiss\u00f5es &#8212; entre as quais est\u00e3o a Comiss\u00e3o Permanente Mista de Combate \u00e0 Viol\u00eancia contra a Mulher; a Comiss\u00e3o de Agricultura e Reforma Agr\u00e1ria e a Comiss\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e Defesa Nacional. \u00c9 , ainda, suplente de outras tr\u00eas. Exerce a fun\u00e7\u00e3o de vice-presidente da Comiss\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o, Cultura e Esporte e integra a Representa\u00e7\u00e3o Brasileira no Parlamento do Mercosul. Em 2014, concorreu ao governo ga\u00facho.<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Medeiros (PSD-MT)<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Medeiros assumiu cadeira no Senado por ser primeiro suplente de Pedro Taques, empossado governador de Mato Grosso em 2015. Chegou a ser candidato a deputado federal pelo PPS em 2010, mas acabou desistindo para compor a supl\u00eancia de Pedro Taques na disputa pelo Senado. Antes de assumir a cadeira na Casa, Medeiros foi presidente do PPS em Rondon\u00f3polis (MT). Em mar\u00e7o de 2016, filiou-se ao PSD.<\/p>\n<p><strong>Gladson Cameli (PP-AC)<\/strong><\/p>\n<p>Em sua carreira pol\u00edtica, j\u00e1 foi filiado ao PFL e ao PPS. Em 2006, no PP, foi eleito deputado federal, sendo reeleito quatro anos depois. Conquistu a vaga de senador com 58,37% dos votos v\u00e1lidos e assumiu a vaga de Anibal Diniz. \u00a0\u00c9\u00a0investigado na Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato da Pol\u00edcia Federal.<\/p>\n<p>Bloco Moderador (PTB-PR-PSC-PRB-PTC) &#8211;\u00a02 vagas<\/p>\n<aside class=\"grid_4 maisLidasBox\">\n<div class=\"clear\"><\/div>\n<div class=\"squareBanner\">\n<div class=\"clear\"><strong>Wellington Fagundes (PR-MT)<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/aside>\n<p>Fagundes foi,por seis mandatos, deputado federal antes de ser eleito senador. No \u00faltimo pleito, em 2014, Wellington Fagundes foi eleito senador da Rep\u00fablica, com 646.344 votos e assumiu a vaga de Jayme Campos. \u00c9 vice-l\u00edder do Governo, l\u00edder do PR no Senado, presidente da Comiss\u00e3o Senado do Futuro (CSF) &#8211; e presidente da Frente Parlamentar de Log\u00edstica de Transportes e Armazenagem (Frenlog).<\/p>\n<p><strong>Zez\u00e9 Perrella (PTB-MG)<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Perrella de Oliveira Costa \u00e9 empres\u00e1rio e chegou ao Senado em 2011, ap\u00f3s a morte do titular do mandato, Itamar Franco. \u00a0Sua vida p\u00fablica est\u00e1 ligada \u00e0 presid\u00eancia do Cruzeiro Esporte Clube, exercida de 1995 a 2002 e de 2009 a 2011. Foi eleito deputado federal em 1998 pelo PFL e deputado estadual em 2006 pelo PDT. Desde mar\u00e7o de 2016, est\u00e1 no Partido Trabalhista Brasileiro (PTB).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O plen\u00e1rio do Senado elegeu nesta segunda-feira (25) os 21 titulares e 21 suplentes da comiss\u00e3o especial que vai examinar o processo de\u00a0impeachment\u00a0da presidente\u00a0Dilma Rousseff. A instala\u00e7\u00e3o oficial do colegiado, com a elei\u00e7\u00e3o do presidente, do vice e do relator, est\u00e1 prevista para esta ter\u00e7a-feira (26), para \u00e0s 10h. 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