{"id":33393,"date":"2016-08-15T08:17:44","date_gmt":"2016-08-15T12:17:44","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=33393"},"modified":"2016-08-15T08:17:44","modified_gmt":"2016-08-15T12:17:44","slug":"terras-valorizam-se-ate-183-com-a-forca-do-agronegocio-em-ms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=33393","title":{"rendered":"Terras valorizam-se at\u00e9 183% com a for\u00e7a do agroneg\u00f3cio em MS"},"content":{"rendered":"<p>O avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio aumentou o apetite de investidores e corretores por terras agricult\u00e1veis em Mato Grosso do Sul. Com isso o valor de \u00e1reas para agricultura, pecu\u00e1ria ou florestas subiu at\u00e9 183% nos \u00faltimos seis anos. As terras localizadas nos munic\u00edpios de Camapu\u00e3, Aquidauana, Coxim, Ribas do Rio Pardo, S\u00e3o Gabriel do Oeste e Amambai foram as que apresentaram maior valoriza\u00e7\u00e3o no per\u00edodo de 2010 a 2016 no Estado. O levantamento foi realizado pela reportagem do Correio do Estado com o aux\u00edlio de empresas corretoras das im\u00f3veis do Estado. Em Camapu\u00e3, por exemplo, o valor m\u00e9dio do hectare subiu de R$ 3 mil para R$ 8,5 mil, alta de 183%, enquanto em Aquidauana o hectare aumentou de R$ 4 mil para R$ 10 mil, ou seja, acr\u00e9scimo de 150%.<\/p>\n<p>J\u00e1 em Coxim a majora\u00e7\u00e3o ficou em 145% no per\u00edodo avaliado, com o custo m\u00e9dio do hectare elevando-se de R$ 4 mil para R$ 9,8 mil, enquanto em Ribas do Rio Pardo o percentual ficou em 122,5%, saindo de R$ 4 mil para R$ 8,9 mil o valor m\u00e9dio do hectare. No munic\u00edpio de S\u00e3o Gabriel do Oeste, a alta chegou a 112,5%, passando de R$ 8 mil o custo \u00a0m\u00e9dio do hectare para R$ 17 mil, sendo que em Amambai a valoriza\u00e7\u00e3o ficou em 105%, partindo de R$ 6 mil para R$ 12,3 mil o pre\u00e7o pago pelo hectare no per\u00edodo de 2010 a 2016.<\/p>\n<p>Em outros munic\u00edpios do Estado, como em Campo Grande, o avan\u00e7o ficou em 100%, saindo de R$ 6 mil para R$ 12 mil o pre\u00e7o m\u00e9dio do hectare, mesmo percentual do Pantanal, onde o hectare subiu de R$ 2 mil para R$ 4 mil. No munic\u00edpio de Dois Irm\u00e3os do Buriti, o reajuste foi de 85,7%, partindo de R$ 7 mil para R$ 13 mil, enquanto em Aparecida do Taboado a valoriza\u00e7\u00e3o \u00e9 de 82% &#8211; de R$ 5 mil para R$ 9,1 mil o hectare. \u2013 e em Dourados chega a 81,8% &#8211; de R$ 22 mil para R$ 40 mil -, em Cassil\u00e2ndia \u00e9 de 69% &#8211; de R$ 7,1 mil para R$ 12 mil -, em Santa Rita do Pardo \u00e9 de 66,6% &#8211; de R$ 6 mil para R$ 10 mil \u2013 e em Tr\u00eas Lagoas foi de 55,5% &#8211; de R$ 9 mil para R$ 14 mil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Daniel Pedra &#8211;\u00a0Correio do Estado.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio aumentou o apetite de investidores e corretores por terras agricult\u00e1veis em Mato Grosso do Sul. Com isso o valor de \u00e1reas para agricultura, pecu\u00e1ria ou florestas subiu at\u00e9 183% nos \u00faltimos seis anos. 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