{"id":33607,"date":"2016-08-18T08:55:16","date_gmt":"2016-08-18T12:55:16","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=33607"},"modified":"2016-08-18T08:55:16","modified_gmt":"2016-08-18T12:55:16","slug":"energisa-e-investigada-por-denuncia-de-cobranca-de-imposto-sobre-imposto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=33607","title":{"rendered":"Energisa \u00e9 investigada por den\u00fancia de cobran\u00e7a de &#8216;imposto sobre imposto&#8217;"},"content":{"rendered":"<div>A empresa Energisa, distribuidora de energia concession\u00e1ria do Estado, \u00e9 investigada em um inqu\u00e9rito civil do MPE-MS (Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual de Mato Grosso do Sul) que apura suposta ilegalidade na cobran\u00e7a de impostos sobre a tarifa de energia el\u00e9trica. Uma den\u00fancia ao \u00f3rg\u00e3o aponta que a concession\u00e1ria estaria calculando o valor ICMS sobre a tarifa contabilizando os outros tributos, como PIS e Cofins.<\/div>\n<div>A den\u00fancia foi enviada \u00e0 43\u00aa Promotoria de Justi\u00e7a de Campo Grande ainda em janeiro de 2016, e transformada em procedimento preparat\u00f3rio. A distribuidora recebeu duas notifica\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio e levou quatro meses at\u00e9 responder com as justificativas das cobran\u00e7as supostamente irregulares.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Segundo a Energisa, o PIS e Cofins cobrados na conta do contribuinte correspondem a c\u00e1lculos vari\u00e1veis de um m\u00eas para o outro, pois o repasse dos tributos ao Estado \u00e9 feito diretamente pela empresa \u201ccom base no conceito universal de forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o: &#8216;c\u00e1lculo por dentro&#8217;\u201d.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De acordo com a base de c\u00e1lculo apresentada pela empresa, os impostos seriam calculados separadamente sobre o valor total do consumo da tarifa publicada. Os mesmos impostos s\u00e3o calculados sobre os valores de adicionais de bandeira amarela e vermelha.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Como n\u00e3o foram realizadas novas dilig\u00eancias sobre as den\u00fancias e o prazo de conclus\u00e3o do procedimento preparat\u00f3rio foi excedido, o \u00f3rg\u00e3o optou pela instaura\u00e7\u00e3o do inqu\u00e9rito civil para conclus\u00e3o das investiga\u00e7\u00f5es. O processo foi assinado pelo promotor de Justi\u00e7a Humberto Lapa Ferri, da comarca de Campo Grande.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em nota a Energisa disse que \u201ca defini\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios de cobran\u00e7a de impostos \u00e9 realizada pelas Secretarias de Fazenda Estadual e Federal e, contempla a comercializa\u00e7\u00e3o de produtos e de servi\u00e7os como \u00e9 o caso da energia el\u00e9trica\u201d.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Por este motivo, a empresa afirma que a cobran\u00e7a de impostos na fatura de energia el\u00e9trica segue a legisla\u00e7\u00e3o vigente, \u201cconforme determinam as leis n\u00ba 10.637\/2002, 10.833\/2003 e 10.865\/2004, no \u00e2mbito federal e, a Lei n\u00ba 1.810, de 22 de dezembro de 1.997 regulamentada pelo Decreto 9203 de 1998, no \u00e2mbito estadual\u201d.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De acordo com a Energisa, cabe a empresa arrecadar arrecadar o tributo que em seguida \u00e9 repassado integralmente aos cofres estadual e federal.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Fonte: Midia Max<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A empresa Energisa, distribuidora de energia concession\u00e1ria do Estado, \u00e9 investigada em um inqu\u00e9rito civil do MPE-MS (Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual de Mato Grosso do Sul) que apura suposta ilegalidade na cobran\u00e7a de impostos sobre a tarifa de energia el\u00e9trica. 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