{"id":52642,"date":"2017-05-03T10:05:57","date_gmt":"2017-05-03T14:05:57","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=52642"},"modified":"2017-05-03T10:10:37","modified_gmt":"2017-05-03T14:10:37","slug":"setor-de-alcool-e-acucar-cresce-e-ms-fica-em-4-no-ranking-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=52642","title":{"rendered":"Setor de \u00e1lcool e a\u00e7\u00facar cresce e MS fica em 4\u00b0 no ranking nacional"},"content":{"rendered":"<p>Mato Grosso do Sul fechou a safra de cana-de-a\u00e7\u00facar 2016\/2016 com \u00edndices positivos, de acordo com dados apresentados na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (2) pela Biosul (Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul). Foram 649 mil hectares plantados, 4% a mais comparado \u00e0 safra anterior, segundo a entidade.<\/p>\n<div class=\"bloco_texto_span\">\n<p>Mesmo com a instabilidade clim\u00e1tica, com chuvas registram excessos no in\u00edcio do ano e estiagem entre agosto e outubro, o plantio n\u00e3o sofreu grande impacto, garantindo ao Estado o 4\u00b0 lugar no ranking de produ\u00e7\u00e3o nacional, com 81,7 toneladas de cana por hectare plantado e aumento de 3,3% comparado \u00e0 safra 2015\/2016.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente da Biosul, Roberto Hollanda, o clima \u00e9 fator preponderante para a safra e, em 2016, a expectativa iniciou positiva, com chuvas regulares, mas a estiagem de setembro influenciou em parte da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Quando chove, a colheita \u00e9 interrompida e como Mato Grosso do Sul tem uma caracter\u00edstica clim\u00e1tica pr\u00f3pria, a colheita para quando segue na maior parte do Pa\u00eds e \u00e9 retomada no per\u00edodo de entressafra nas demais regi\u00f5es. Isso atrapalha um pouco o resultado, mas o setor tem aprendido a investir no manejo para n\u00e3o perder produtividade&#8221;, destaca o presidente, que informa ainda que a safra da cana tem contagem entre 1\u00b0 de abril e 31 de mar\u00e7o do ano seguinte.<\/p>\n<p><strong>A\u00e7\u00facar &#8211;<\/strong> Com produ\u00e7\u00e3o de 1,74 milh\u00e3o de tonelada, o produto registrou aumento de 31,3% na produ\u00e7\u00e3o, mantendo o Estado como 5\u00b0 maior produtor do Pa\u00eds. Deste total, 72% \u00e9 representado pelo VHP (destinado para exporta\u00e7\u00e3o), 26% \u00e9 a\u00e7\u00facar cristal e apenas 2% \u00e9 do tipo refinado.<\/p>\n<p>Do total produzido, 15% abastece o mercado interno e 85% segue para exporta\u00e7\u00e3o, principalmente por meio dos portos de Paranagu\u00e1 e Santos.<\/p>\n<p><strong>Etanol &#8211;<\/strong> Enquanto a safra de a\u00e7\u00facar cresceu, a de etanol registrou retra\u00e7\u00e3o de 3,9%, segundo a Biosul. Foram 2,70 bilh\u00f5es de litros do combust\u00edvel que, mesmo com queda na produtividade, mant\u00e9m Mato Grosso do Sul como 3\u00b0 maior produtor do Brasil.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma rea\u00e7\u00e3o comum, quando a produtividade do a\u00e7\u00facar cresce, a do etanol retrai, o que n\u00e3o necessariamente representa em algo prejudicial. Mesmo com esse cen\u00e1rio, do total da produ\u00e7\u00e3o de cana do Estado, 72% segue para produ\u00e7\u00e3o de etanol e 28% para o a\u00e7\u00facar&#8221;, avalia Hollanda.<\/p>\n<p>O etanol sul-mato-grossense tem 88% de sua produ\u00e7\u00e3o destinada aos estados fronteiri\u00e7os de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais e Paran\u00e1 e apenas 12% \u00e9 mantido no mercado interno.<\/p>\n<p>&#8220;Ainda \u00e9 muito baixo o consumo interno, infelizmente. Se contabilizar a participa\u00e7\u00e3o do etanol na gasolina, esse percentual sobe para 37%&#8221;, comenta o presidente da Biosul.<\/p>\n<p>Em um comparativo, no Estado, 86% do combust\u00edvel comercializado nas bombas \u00e9 gasolina e apenas 14% \u00e9 etanol, enquanto que em S\u00e3o Paulo \u00e9 46%; Goi\u00e1s 41% e Paran\u00e1 30%.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"imagem\">\n<figure style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"Setor \u00e9 o maior gerador de empregos na ind\u00fastria, afirma Biosul (Foto: Elci Holsback)\" src=\"https:\/\/cdn1.campograndenews.com.br\/uploads\/tmp\/images\/5219137\/300x225-fd6b9395d04e5503bd4c1f5dffe74296.jpg\" alt=\"Setor \u00e9 o maior gerador de empregos na ind\u00fastria, afirma Biosul (Foto: Elci Holsback)\" width=\"300\" height=\"225\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Setor \u00e9 o maior gerador de empregos na ind\u00fastria, afirma Biosul (Foto: Elci Holsback)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"bloco_texto_span\">\n<p><strong>Safra 2017\/2018 &#8211;\u00a0<\/strong>A pr\u00f3xima safra tem estimativa de retra\u00e7\u00e3o, com 51,4 mil toneladas de cana colhida nos 657,5 mil hectares plantados.<\/p>\n<p>De acordo com a Biosul, houve aumento de 1,39% na \u00e1rea cultivada, mas perda de safra de 4,3% por hectare colhido, que deve ser de 78,2 toneladas\/ha. Contudo, mesmo com a redu\u00e7\u00e3o, deve haver aumento na produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar de 2,6%, chegando a 131,1 kg por ATR.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 interfer\u00eancia da irregularidade do clima, mas mesmo com menor safra, haver\u00e1 maior produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar&#8221;, comenta Roberto Hollanda.<\/p>\n<p>O presidente da Biosul destaca que o setor sucroalcooleiro \u00e9 o maior gerador de empregos da ind\u00fastria e 4\u00b0 maior no agroneg\u00f3cio sul-mato-grossense.<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o 25 mil empregos diretos, 75 mil indiretos e o maior sal\u00e1rio m\u00e9dio da categoria, com m\u00e9dia de R$ 2.437. \u00c9 a 4\u00b0 maior massa salarial da agricultura e a principal da ind\u00fastria do nosso Estado&#8221;, finaliza.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Elci Holsback &#8211; Campo Grande News<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mato Grosso do Sul fechou a safra de cana-de-a\u00e7\u00facar 2016\/2016 com \u00edndices positivos, de acordo com dados apresentados na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (2) pela Biosul (Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul). 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