{"id":63378,"date":"2017-09-07T07:50:46","date_gmt":"2017-09-07T11:50:46","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=63378"},"modified":"2017-09-06T12:53:58","modified_gmt":"2017-09-06T16:53:58","slug":"dobra-participacao-do-acesso-a-internet-por-dispositivos-moveis-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=63378","title":{"rendered":"Dobra participa\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 internet por dispositivos m\u00f3veis no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>A propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios brasileiros com acesso \u00e0 internet sem computador, ou seja, por dispositivos m\u00f3veis, passou de 7%, em 2014, para 14% em 2016. A banda larga fixa \u00e9 o tipo de conex\u00e3o utilizada por 23 milh\u00f5es das resid\u00eancias do pa\u00eds. J\u00e1 a internet m\u00f3vel \u00e9 a principal forma de conex\u00e3o em 9,3 milh\u00f5es de resid\u00eancias, principalmente nas classes D\/E, na regi\u00e3o Norte e nas \u00e1reas rurais.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o da pesquisa TIC Domic\u00edlios 2016, divulgada pelo Comit\u00ea Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informa\u00e7\u00e3o (Cetic.br) do N\u00facleo de Informa\u00e7\u00e3o e Coordena\u00e7\u00e3o do Ponto BR (NIC.br).<\/p>\n<p>&#8220;Os resultados indicam maior presen\u00e7a dos acessos m\u00f3veis nos domic\u00edlios brasileiros, que ocorrem principalmente por meio do uso de telefones celulares. O crescimento da banda larga m\u00f3vel, contudo, ocorre com maior intensidade entre os domic\u00edlios das classes sociais menos favorecidas e em regi\u00f5es que tradicionalmente apresentam conectividade mais restrita, como \u00e9 o caso da regi\u00e3o Norte e das \u00e1reas rurais&#8221;, disse o gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa.<\/p>\n<p><strong>Conex\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Os dados apontam tamb\u00e9m que 54% das resid\u00eancias brasileiras est\u00e3o conectadas \u00e0 internet (36,7 milh\u00f5es), o que representa um aumento de 3 pontos percentuais (p.p.) na compara\u00e7\u00e3o com 2015. A pesquisa mostra que o acesso \u00e0 rede est\u00e1 mais presente em domic\u00edlios de \u00e1reas urbanas (59%) e nas classes A (98%) e B (91%). As resid\u00eancias das classes D\/E conectadas \u00e0 internet s\u00e3o 23%, enquanto aquelas em \u00e1reas rurais chegam a 26%.<\/p>\n<p>Na TIC Domic\u00edlios 2016 \u00e9 poss\u00edvel notar que em 18% das resid\u00eancias conectadas, a internet tamb\u00e9m \u00e9 utilizada pelo domic\u00edlio vizinho, pr\u00e1tica mais comum em casas localizados em \u00e1reas rurais (30%) e na regi\u00e3o Nordeste (28%). Entre os principais motivos para n\u00e3o ter internet, 26% afirmaram que a conex\u00e3o \u00e9 cara e 18% destacaram falta de interesse.<\/p>\n<p>A pesquisa aponta que o uso da internet por pessoas com 10 anos ou mais passou de 58%, em 2015, para 61%, em 2016. No total, o Brasil conta com 107,9 milh\u00f5es de usu\u00e1rios de Internet. Em 2016, 93% deles utilizaram o celular para navegar, um aumento de 4 p.p. em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. No sentido contr\u00e1rio foi registrada queda no percentual de usu\u00e1rios que acessam a rede por meio de computador, que eram 80% em 2014 e s\u00e3o 57% em 2016.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, o pr\u00f3prio domic\u00edlio continua sendo o principal local de acesso \u00e0 internet para 92% dos brasileiros e a propor\u00e7\u00e3o de usu\u00e1rios que acessam da casa de outra pessoa (amigo, vizinho ou familiar) \u00e9 de 60%.<\/p>\n<p>Entre os usu\u00e1rios de internet pelo telefone celular, o Wi-Fi se mant\u00e9m como o tipo de conex\u00e3o mais mencionado por 86% dos usu\u00e1rios. Outros 70% utilizam a rede 3G ou 4G. Um em cada quatro usu\u00e1rios, o que equivale a 25%, disse ter se conectado exclusivamente por meio de Wi-Fi, h\u00e1bito que \u00e9 mais comum entre os de 10 a 15 anos (42%). Outros 11% acessam apenas por redes 3G ou 4G, propor\u00e7\u00e3o que \u00e9 maior entre os de classes D\/E (18%).<\/p>\n<p><strong>Usos<\/strong><\/p>\n<p>As atividades realizadas na rede mais mencionadas foram o envio de mensagens instant\u00e2neas (89%) e uso de redes sociais (78%), n\u00famero est\u00e1vel na compara\u00e7\u00e3o com a pesquisa anterior. Em 2016, observou-se que 17% dos usu\u00e1rios usam a internet para divulgar ou vender produtos ou servi\u00e7os, enquanto essa propor\u00e7\u00e3o era de apenas 7% em 2012. Outro dado mostra que enquanto 70% dos usu\u00e1rios de internet de \u00e1reas urbanas assistem a v\u00eddeos, programas, filmes ou s\u00e9ries on-line, essa propor\u00e7\u00e3o \u00e9 de 56% nas \u00e1reas rurais. Ouvir m\u00fasica on-line \u00e9 uma atividade de por 64% dos usu\u00e1rios de \u00e1reas urbanas e 53% de \u00e1reas rurais.<\/p>\n<p>&#8220;O indicador revela a exist\u00eancia de desigualdades tamb\u00e9m quanto ao tipo de atividade realizada pelos usu\u00e1rios a depender de condi\u00e7\u00f5es de infraestrutura, sobretudo, quando se trata de aplica\u00e7\u00f5es que requerem velocidades de banda mais alta, como \u00e9 o caso de streaming de v\u00eddeo. Esse \u00e9 mais um ponto importante para garantir uma plena inclus\u00e3o digital&#8221;, afirmou Barbosa.<\/p>\n<p>A pesquisa foi feita por meio de entrevistas em mais de 23 mil domic\u00edlios em todo o pa\u00eds, entre novembro de 2016 e junho de 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios brasileiros com acesso \u00e0 internet sem computador, ou seja, por dispositivos m\u00f3veis, passou de 7%, em 2014, para 14% em 2016. 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