{"id":64417,"date":"2017-09-22T08:04:15","date_gmt":"2017-09-22T12:04:15","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=64417"},"modified":"2017-09-22T08:04:15","modified_gmt":"2017-09-22T12:04:15","slug":"mato-grosso-do-sul-aumenta-sua-participacao-na-producao-agricola-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=64417","title":{"rendered":"Mato Grosso do Sul aumenta sua participa\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<div>Em oitavo lugar dentre os principais Estados agr\u00edcolas do Pa\u00eds, Mato Grosso do Sul aumentou de 4,8% para 5,0% sua participa\u00e7\u00e3o no valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira em 2016 em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, de acordo com a Pesquisa Agr\u00edcola Municipal (PAM), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Dentre os munic\u00edpios produtores, sete localidades sul-mato-grossenses se destacaram: Rio Brilhante, em fun\u00e7\u00e3o do crescimento da produ\u00e7\u00e3o de cana; Maracaju, Ponta Por\u00e3, Sidrol\u00e2ndia, Dourados e S\u00e3o Gabriel, diante do desempenho na soja e milho; e Costa Rica, impulsionada pela cultura do algod\u00e3o.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De acordo com os dados da PAM 2016, Maracaju, na 13\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking nacional dos munic\u00edpios, teve \u00e1rea colhida de 505,519 mil hectares e valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 1,391 milh\u00e3o, apresentando crescimento de 10% na produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2015.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O munic\u00edpio responde por 0,4% no valor de participa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ainda considerando o c\u00f4mputo geral, o IBGE relaciona tamb\u00e9m os munic\u00edpios de Ponta Por\u00e3 (19\u00ba), com \u00e1rea colhida de 379,205 mil hectares e crescimento de 7% no valor de produ\u00e7\u00e3o, fechado em R$ 1,138 milh\u00e3o; Sidrol\u00e2ndia (24\u00ba), com 362,157 mil hectares colhidos e incremento de 15,3% no valor de produ\u00e7\u00e3o, de R$ 952,406 mil.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Nesse mesmo levantamento, Dourados aparece na 25\u00ba posi\u00e7\u00e3o, onde a \u00e1rea colhida foi de 312,242 mil hectares e o valor de produ\u00e7\u00e3o, de R$ 944,574 mil, 20,6% maior que o de 2015; Costa Rica, com \u00e1rea colhida de 184,565 mil hectares e valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 768,641 mil (+8,8%); e S\u00e3o Gabriel do Oeste (48\u00ba), com \u00e1rea colhida de 205,750 mil hectares e valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 664,198 mil (aumento de 12,2%).<\/div>\n<div><\/div>\n<div>MILHO<\/div>\n<div><\/div>\n<div>De acordo com a PAM 2016, Mato Grosso do Sul ocupa a terceira posi\u00e7\u00e3o no ranking dentre os maiores Estados produtores de milho do pa\u00eds, atr\u00e1s de Mato Grosso e do Paran\u00e1, com uma \u00e1rea colhida de 1,679 milh\u00e3o de hectares e 6,02 milh\u00f5es de toneladas produzidas, recuo de 38% em rela\u00e7\u00e3o a 2015.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O valor de produ\u00e7\u00e3o foi de R$ 3,283 bilh\u00f5es. O motivo da retra\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, apontou o estudo, foi o excesso de chuvas no in\u00edcio do plantio da segunda safra, o que dificultou as opera\u00e7\u00f5es de plantio, seguido de um per\u00edodo de estiagens severas durante o m\u00eas de abril, quando boa parte das lavouras est\u00e1 no est\u00e1gio reprodutivo.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Quando considerada a participa\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios na produ\u00e7\u00e3o de milho, quatro munic\u00edpios do Estado est\u00e3o entre os 20 de maior produ\u00e7\u00e3o e o munic\u00edpio de Maracaju ocupa a sexta posi\u00e7\u00e3o na lista. Em 2016, conforme o IBGE, foram colhidos 776,970 mil toneladas do cereal em 215,750 hectares plantados no munic\u00edpio.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O rendimento m\u00e9dio foi de 3.601 quilos por hectare, resultando em um valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 440,1 milh\u00f5es. Apesar do resultado, houve redu\u00e7\u00e3o de 32,6% na produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2015, apontou a pesquisa.<\/div>\n<div>Em Sidrol\u00e2ndia (8\u00ba munic\u00edpio em produ\u00e7\u00e3o), tamb\u00e9m houve recuo, de 26,3%.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O valor de produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou R$ 351,5 milh\u00f5es, enquanto a \u00e1rea colhida foi de 160 mil hectares e a produ\u00e7\u00e3o, de 672 mil toneladas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>No munic\u00edpio de S\u00e3o Gabriel do Oeste (13\u00ba), onde a \u00e1rea plantada foi de 86,800 mil hectares, a produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou 471,600 mil hectares e o valor de produ\u00e7\u00e3o R$ 278,1 milh\u00f5es, com queda de 16,4% no comparativo com 2015.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>J\u00e1 em Ponta Por\u00e3 (17\u00ba em produ\u00e7\u00e3o no pa\u00eds), o decr\u00e9scimo foi ainda mais expressivo, de 54,5%. O valor de produ\u00e7\u00e3o foi de R$ 227,4 milh\u00f5es. L\u00e1, foram produzidos 425,700 mil toneladas em 129 mil hectares.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>SOJA<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em se tratando da soja, o Estado figura como o quinto maior produtor da oleaginosa no Pa\u00eds, atr\u00e1s de Mato Grosso, Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Foram produzidos 7,389 milh\u00f5es de toneladas em uma \u00e1rea de 2,413 milh\u00f5es de hectares. O valor de produ\u00e7\u00e3o somou R$ 7,536 bilh\u00f5es, crescimento de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2015. Apesar desse crescimento, foi constatado queda em produ\u00e7\u00e3o nos munic\u00edpios destaques em produ\u00e7\u00e3o do Estado.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em Maracaju, que obteve a 12\u00aa coloca\u00e7\u00e3o dentre os 20 principais munic\u00edpios produtores da oleaginosa em 2016, foram produzidas 773,400 mil toneladas em 255 mil hectares no munic\u00edpio, por\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o recuou 0,2%, segundo o IBGE.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O valor gerado foi de R$ 757,3 milh\u00f5es e a produtividade, de 3.033 quilos por hectare. Para Ponta Por\u00e3 (19\u00ba), a retra\u00e7\u00e3o foi de 1,9% \u2014 com 619,360 mil toneladas produzidas em 199 mil hectares, o valor de produ\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio para a oleaginosa foi de R$ 669,8 milh\u00f5es.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>CANA<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Com uma produ\u00e7\u00e3o de 8,503 milh\u00f5es de toneladas, colhidas em uma \u00e1rea de 93.065 hectares, Rio Brilhante \u00e9 o principal produtor da cultura no pa\u00eds, conforme a pesquisa do IBGE.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A produtividade da cultura no munic\u00edpio foi de 91.367 quilos por hectare e o valor de produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou R$ 629,228 milh\u00f5es, crescimento de 33,2% no comparativo com 2015. Rio Brilhante contribui com 1,1% em participa\u00e7\u00e3o nacional.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os demais munic\u00edpios sul-mato-grossenses a se destacarem em produ\u00e7\u00e3o de cana na pesquisa s\u00e3o respectivamente Ivinhema (11\u00ba) \u2014 com 4,180 milh\u00f5es de toneladas e valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 286,358 milh\u00f5es, o crescimento em produ\u00e7\u00e3o foi de 42,2% entre 2015 e 2016 \u2014 e Ang\u00e9lica (16\u00ba) \u2014 a produ\u00e7\u00e3o totalizou 3,806 milh\u00f5es e o valor de produ\u00e7\u00e3o R$ 260,727 milh\u00f5es, avan\u00e7o de 15,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2015.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>ALGOD\u00c3O<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A Pesquisa Agr\u00edcola Municipal do IBGE indica ainda que MS \u00e9 o terceiro Estado em produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o, atr\u00e1s de Mato Grosso e Bahia, registrando em 2016 uma produ\u00e7\u00e3o de 11,410 mil toneladas, colhidas em 29,610 mil hectares.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O valor de produ\u00e7\u00e3o foi de R$ 201,236 milh\u00f5es. Apesar da posi\u00e7\u00e3o no ranking geral, o Estado teve queda de 19,1% em produ\u00e7\u00e3o entre 2015 e 2016.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Dentre os 20 maiores munic\u00edpios produtores de algod\u00e3o, apenas um sul-mato-grossense se destaca: Costa Rica, com uma produ\u00e7\u00e3o de 79,204 mil toneladas, colhidas em 19,392 mil hectares.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O valor m\u00e9dio de produ\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio foi de R$ 142,5 milh\u00f5es e acompanhando o resultado do Estado, Costa Rica tamb\u00e9m apresentou retra\u00e7\u00e3o em produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a 2015, de 5,3%.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Fonte: Correio do Estado<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em oitavo lugar dentre os principais Estados agr\u00edcolas do Pa\u00eds, Mato Grosso do Sul aumentou de 4,8% para 5,0% sua participa\u00e7\u00e3o no valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola brasileira em 2016 em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, de acordo com a Pesquisa Agr\u00edcola Municipal (PAM), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). 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