{"id":74550,"date":"2018-01-30T09:41:04","date_gmt":"2018-01-30T12:41:04","guid":{"rendered":"https:\/\/ocorreionews.com.br\/?p=74550"},"modified":"2018-01-30T09:41:04","modified_gmt":"2018-01-30T12:41:04","slug":"plantio-do-algodao-termina-dia-31-e-ms-ja-aumentou-em-6-a-area-da-lavoura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=74550","title":{"rendered":"Plantio do algod\u00e3o termina dia 31 e MS j\u00e1 aumentou em 6% a \u00e1rea da lavoura"},"content":{"rendered":"<div class=\"bloco_texto_span\">\n<p>Mato Grosso do Sul aumentou em 6% a \u00e1rea plantada de algod\u00e3o para a safra 2017\/2018. Segundo informa\u00e7\u00f5es da Ampasul (Associa\u00e7\u00e3o Sul-mato-grossense dos Produtores de Algod\u00e3o), at\u00e9 essa segunda-feira (29) as lavouras alcan\u00e7aram \u00e1rea de 30,3 mil hectares e algumas fazendas ainda n\u00e3o terminaram o processo.<\/p>\n<p>Robson Carlos dos Santos, engenheiro agr\u00f4nomo da entidade, afirma que ano passado o cultivo ocupou 28,6 mil hectares.<\/p>\n<p>Ainda \u00e9 cedo, segundo ele, para estimar com precis\u00e3o como ser\u00e1 a produtividade, j\u00e1 que as plantas ainda est\u00e3o novas e dependem de condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis para crescerem bem. \u201cO algod\u00e3o n\u00e3o gosta muito de chuva. As precipita\u00e7\u00f5es t\u00eam que estar dentro da m\u00e9dia. De acordo com as previs\u00f5es que n\u00f3s recebemos, parece que vai ser bom. Janeiro, por exemplo, n\u00e3o foi t\u00e3o chuvoso na regi\u00e3o norte e nordeste do estado e as plantas apresentam bom desenvolvimento\u201d.<\/p>\n<p>Robson afirma que a Ampasul espera que a colheita pelo menos alcance os mesmos valores do ano passado, em torno de 300 arrobas de caro\u00e7os.<\/p>\n<p>Das \u00e1reas plantadas, 85% correspondem ao algod\u00e3o primeira safra, cuja semeadura come\u00e7a no dia 1\u00ba de dezembro na regi\u00e3o norte e em outubro no centro-sul e j\u00e1 est\u00e1 totalmente conclu\u00edda. Os 15% restantes s\u00e3o os de segunda safra, que normalmente ocupa os espa\u00e7os deixados pela soja que foi plantada precocemente, e est\u00e1 com 95% de conclus\u00e3o e deve terminar at\u00e9 o dia 31.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o sul do estado, a colheita deve come\u00e7ar em abril e no restante das propriedades em julho. A maior parte da produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o em Mato Grosso do Sul vem das cidades da regi\u00e3o norte, que respondem por 87% das \u00e1reas plantadas, o que resulta em aproximadamente 26 mil hectares.<\/p>\n<p>Robson destaca Costa Rica, cuja lavoura atinge dois mil hectares.<\/p>\n<p>Segundo informa\u00e7\u00f5es do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), Mato Grosso do Sul \u00e9 o terceiro maior produtor de algod\u00e3o do pa\u00eds. Entre 2016 e 2017, o estado acumulou alta de 17,8% no volume colhido.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5>Ricardo Campos Jr. &#8211; Campo Grande News<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mato Grosso do Sul aumentou em 6% a \u00e1rea plantada de algod\u00e3o para a safra 2017\/2018. 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