{"id":91436,"date":"2018-08-01T08:40:31","date_gmt":"2018-08-01T12:40:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ocorreionews.com.br\/?p=91436"},"modified":"2018-08-01T08:40:31","modified_gmt":"2018-08-01T12:40:31","slug":"camara-de-costa-rica-foi-palco-de-debates-sobre-possiveis-riscos-na-extracao-do-gas-de-xisto-no-municipio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=91436","title":{"rendered":"C\u00e2mara de Costa Rica foi palco de debates sobre poss\u00edveis riscos na extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto no munic\u00edpio"},"content":{"rendered":"<p>A C\u00e2mara de Vereadores de Costa Rica-MS promoveu audi\u00eancia p\u00fablica na noite de segunda-feira (30\/07) para discutir a extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto no munic\u00edpio. O evento contou com palestras do deputado estadual Amarildo Cruz (PT-MS) e de integrantes da <em>Coaliza\u00e7\u00e3o N\u00e3o Fracking Brasil<\/em> (COESUS), todos contr\u00e1rios \u00e0 atividade extrativa, que alertaram os participantes para os supostos riscos ambientais envolvidos no processo de explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s. Em breve, o Legislativo costarriquense vai realizar uma nova audi\u00eancia, dessa vez com a participa\u00e7\u00e3o de especialistas favor\u00e1veis ao aproveitamento do recurso natural, como estrat\u00e9gia para equilibrar os debates.<\/p>\n<p>Com in\u00edcio \u00e0s 20h, o evento teve dura\u00e7\u00e3o de aproximadamente duas horas e quinze minutos e registrou a participa\u00e7\u00e3o de cerca de 60 pessoas, entre elas os 11 vereadores costarriquenses, al\u00e9m de representantes de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e da sociedade civil, como o promotor de Justi\u00e7a George C\u00e1ssio Tiosso Abbud, que demonstrou surpresa ao saber pela primeira vez, por meio da audi\u00eancia p\u00fablica, que Costa Rica est\u00e1 na rota de explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto.<\/p>\n<p>\u201cQuero cumprimentar o presidente da C\u00e2mara pela iniciativa de trazer um tema t\u00e3o importante para discuss\u00e3o. Admito que eu, promotor h\u00e1 sete anos e meio aqui (em Costa Rica), me senti tra\u00eddo em n\u00e3o saber dessa quest\u00e3o e dessa situa\u00e7\u00e3o, pois confesso que desconhecia por completo que o nosso subsolo estava sendo levado a leil\u00e3o. Eu me assustei, me causou esp\u00e9cie diante da magnitude, da dimens\u00e3o do problema\u201d, ressaltou o promotor, ao comentar que a maioria da popula\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio n\u00e3o conhece o assunto.<\/p>\n<p>De acordo com pesquisas de prospec\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP), o subsolo de Costa Rica est\u00e1 sendo leiloado pela ANP porque possui potencial para extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto, que \u00e9 um combust\u00edvel f\u00f3ssil retirado de camadas profundas da terra. Em algumas regi\u00f5es dos Estados Unidos, onde o recurso natural \u00e9 explorado desde o come\u00e7o do s\u00e9culo XXI, o g\u00e1s serve para abastecer usinas termel\u00e9tricas e \u00e9 usado na gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica para ind\u00fastrias e resid\u00eancias.<\/p>\n<p>A Coordenadora de Engajamento da COESUS, Suelita R\u00f6cker, acompanhada de dois colegas de institui\u00e7\u00e3o, ministrou uma palestra de cerca de 45 minutos no come\u00e7o da audi\u00eancia p\u00fablica na C\u00e2mara e argumentou que os riscos ambientais envolvidos na atividade extrativa est\u00e3o relacionados ao processo de \u201cfraturamento hidr\u00e1ulico\u201d (ou <em>fracking<\/em> no ingl\u00eas), que \u00e9 o \u00fanico m\u00e9todo conhecido e utilizado para retirar o g\u00e1s das camadas profundas do subsolo &#8211; onde est\u00e3o acomodadas as rochas de xisto. Ela reconheceu que existem muitas controv\u00e9rsias sobre o assunto e que muitas pessoas n\u00e3o sabem se \u00e9 uma atividade boa ou ruim.<\/p>\n<p>Com o uso de um projetor e por meio da apresenta\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos, Suelita explicou para os participantes da audi\u00eancia como \u00e9 feita a extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s. Segundo ela, o processo come\u00e7a com a perfura\u00e7\u00e3o do subsolo at\u00e9 as rochas de xisto, que podem estar localizadas a 3,5 mil metros de profundidade. No po\u00e7o perfurado, a ind\u00fastria extratora introduz um tubo, no qual \u00e9 injetada uma imensa quantidade de \u00e1gua misturada com solventes qu\u00edmicos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.cmcostarica.ms.gov.br\/uploads\/ckeditor\/pictures\/10\/content_WhatsApp_Image_2018-07-30_at_21.05.29.jpeg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>A inje\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e dos produtos qu\u00edmicos no tubo cria uma alta press\u00e3o, provocando explos\u00f5es que fragmentam (racham) a rocha de xisto no subsolo, permitindo a retirada do g\u00e1s. Para que o buraco n\u00e3o se feche novamente, s\u00e3o injetadas enormes quantidades de areia, que supostamente evitam que o terreno ceda, ao mesmo tempo em que permitem &#8211; gra\u00e7as \u00e0 porosidade da areia &#8211; a migra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s a ser extra\u00eddo.<\/p>\n<p>A palestrante alertou que para criar a press\u00e3o necess\u00e1ria \u00e0 explos\u00e3o das rochas de xisto, em cada po\u00e7o de explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s s\u00e3o utilizados de 7 a 15 milh\u00f5es de litros de \u00e1gua, que s\u00e3o injetados no tubo de extra\u00e7\u00e3o e que acabam misturados a cerca de 151 mil litros de produtos qu\u00edmicos, incluindo subst\u00e2ncias cancer\u00edgenas e toxinas conhecidas, tais como ur\u00e2nio, merc\u00fario, metanol, r\u00e1dio, \u00e1cido hidroclor\u00eddrico, formalde\u00eddo e muitas outras.<\/p>\n<p>Conforme Suelita, como as rochas de xisto s\u00e3o encontradas em profundidade elevadas, em caso de explora\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel f\u00f3ssil em Costa Rica, os tubos de extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s v\u00e3o atravessar o aqu\u00edfero Guarani, a segunda maior reserva de \u00e1gua doce do Planeta, que est\u00e1 localizado no subsolo do munic\u00edpio e de v\u00e1rios estados do Brasil, al\u00e9m do territ\u00f3rio da Argentina, Paraguaia e Uruguai.<\/p>\n<p>\u201cDe 20% a 30% dos flu\u00eddos (mistura de \u00e1gua e produtos qu\u00edmicos) voltam e s\u00e3o despejados em represas ao ar livre ou mesmo em rios, causando polui\u00e7\u00e3o do solo e da \u00e1gua. O restante, ou seja, at\u00e9 80% ficam no subsolo, o que vai contaminar o aqu\u00edfero Guarani e todos os len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. Imagina, voc\u00ea perfurar at\u00e9 3 mil metros, com essa quantidade de \u00e1gua misturada com produto qu\u00edmico, parte desse material continua l\u00e1 embaixo e infiltra nas rachaduras que v\u00e3o sendo feitas nas rochas de xisto\u201d, contou a palestrante.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, Suelita tamb\u00e9m ressaltou que a extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto pode acarretar pequenos terremotos, provocar chuvas \u00e1cidas, contaminar produ\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas (como o que estaria acontecendo com as planta\u00e7\u00f5es de ma\u00e7as na Argentina, segundo ela) e ainda polui o ar, j\u00e1 que parte do g\u00e1s que n\u00e3o \u00e9 aproveitado acaba liberado na atmosfera.<\/p>\n<p>Chamou aten\u00e7\u00e3o dos participantes da audi\u00eancia p\u00fablica um v\u00eddeo exibido logo no in\u00edcio da palestra de Suelita, que mostra torneiras, rios e nascentes de \u00e1gua em chamas, supostamente contaminados com g\u00e1s de xisto em pa\u00edses que extraem o recurso natural por meio do \u201cfraturamento hidr\u00e1ulico\u201d.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s n\u00e3o podemos esquecer que estamos em cima do aqu\u00edfero Guarani. Com 3 mil metros de po\u00e7o, vai perfurar obviamente o nosso aqu\u00edfero. As imagens \u2018lindas\u2019 dos v\u00eddeos mostram que onde se faz um po\u00e7o desse n\u00e3o se tem mais vida. O que a popula\u00e7\u00e3o vai ganhar com isso? Nada! S\u00e3o colocados 151 mil litros de produtos qu\u00edmicos para perfurar apenas um po\u00e7o, que s\u00e3o cancer\u00edgenos e que causam mal\u201d, ressaltou o vice-presidente do Conselho Municipal de Saneamento B\u00e1sico, Claudinei Montani, ao comentar os v\u00eddeos exibidos na palestra da coordenadora de engajamento da COESUS.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a palestra de Suelita, foi a vez do deputado Amarildo Cruz expor argumentos contr\u00e1rios \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto. Ele contou que pa\u00edses da Europa e alguns estados americanos j\u00e1 proibiram a extra\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel f\u00f3ssil. No Brasil, segundo o parlamentar, o Paran\u00e1 aprovou uma lei que suspende a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s por 10 anos e em S\u00e3o Paulo a Justi\u00e7a Federal \u00a0impediu a extra\u00e7\u00e3o do recurso natural no estado, al\u00e9m de v\u00e1rios munic\u00edpios brasileiros que tamb\u00e9m barraram a atividade extrativa, conforme ele.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.cmcostarica.ms.gov.br\/uploads\/ckeditor\/pictures\/11\/content_WhatsApp_Image_2018-07-30_at_21.04.42.jpeg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Amarildo Cruz \u00e9 o autor de um projeto de lei \u2013 em tr\u00e2mite na Assembleia Legislativa \u2013 que pretende suspender por 10 anos a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto em Mato Grosso do Sul. \u201cPor que o g\u00e1s n\u00e3o \u00e9 explorado em todos os pa\u00edses do mundo onde ele est\u00e1 dispon\u00edvel, como o petr\u00f3leo \u00e9 extra\u00eddo nas regi\u00f5es onde ele existe? Porque, embora o petr\u00f3leo seja uma fonte de energia suja, o g\u00e1s de xisto \u00e9 mais sujo ainda em fun\u00e7\u00e3o da \u00fanica t\u00e9cnica de explora\u00e7\u00e3o conhecida no mundo que \u00e9 o \u2018fraturamento hidr\u00e1ulico\u2019, extremamente danoso\u201d, defendeu o deputado.<\/p>\n<p>Para ele, os governos precisam investir em estrat\u00e9gias de desenvolvimento sustent\u00e1vel, o que inclui o fomento \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel, como a e\u00f3lica e a solar. \u201cTodos n\u00f3s somos favor\u00e1veis ao desenvolvimento, \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de riquezas, \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de empregos. Mas chega um ponto que n\u00f3s temos que pesar at\u00e9 que ponto o desenvolvimento vale a pena, se ele coloca em risco a sa\u00fade e o meio ambiente! \u00c9 o desafio do desenvolvimento sustent\u00e1vel, que eu canso de ver os homens p\u00fablicos falarem. Mas o que \u00e9 a sustentabilidade, se n\u00e3o \u00e9 voc\u00ea colocar no mesmo patamar de import\u00e2ncia &#8211; com a gera\u00e7\u00e3o de riquezas &#8211; a vida, a sa\u00fade, sen\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um desenvolvimento inteligente. Que desenvolvimento \u00e9 esse que pode aumentar o gasto na sa\u00fade, comprometer a nossa vida e colocar em risco a nossa gera\u00e7\u00e3o e as gera\u00e7\u00f5es futuras?\u201d, argumentou Amarildo Cruz.<\/p>\n<p>Ao final das palestras, Amarildo e Soelita responderam a v\u00e1rias perguntas e coment\u00e1rios dos participantes da audi\u00eancia p\u00fablica, esclarecendo d\u00favidas dos convidados.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.cmcostarica.ms.gov.br\/uploads\/ckeditor\/pictures\/12\/content_WhatsApp_Image_2018-07-30_at_21.05.34.jpeg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>O presidente da C\u00e2mara, Jos\u00e9 Augusto Maia Vasconcellos, o Dr. Maia (DEM), tamb\u00e9m prop\u00f4s recentemente um projeto de lei municipal que cria v\u00e1rias barreiras para frear a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto em solo costarriquense. Segundo o vereador democrata, Costa Rica \u00e9 uma cidade tur\u00edstica com muitas belezas naturais que devem ser preservadas.<\/p>\n<p>\u201cO nosso munic\u00edpio est\u00e1 engatinhando para poder profissionalizar o turismo de aventura, o turismo ecol\u00f3gico e a C\u00e2mara vai implantar agora no m\u00eas de setembro a capta\u00e7\u00e3o de energia solar, que \u00e9 uma energia limpa. Ent\u00e3o, nada mais justo do que n\u00f3s apresentarmos um projeto de lei que pro\u00edbe a expedi\u00e7\u00e3o de alvar\u00e1 para explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto em nosso munic\u00edpio. N\u00f3s estamos nos precavendo e criando uma barreira protetora em prol da nossa sociedade, do nosso turismo\u201d, enalteceu o presidente da Casa de Leis.<\/p>\n<p>Dr. Maia ainda adiantou que em breve a C\u00e2mara de Vereadores vai promover uma nova audi\u00eancia p\u00fablica sobre o tema, se poss\u00edvel com representantes da ANP e da Petrobras.<\/p>\n<p>Conforme a ANP, no subsolo de ao menos 54 munic\u00edpios sul-mato-grossenses existem jazidas de xisto, entre eles Costa Rica. Inclusive, \u00e1reas com potencial para explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s, que est\u00e3o localizadas no territ\u00f3rio costarriquenses est\u00e3o sendo ofertadas em leil\u00e3o permanente da ANP e podem ser arrematadas a qualquer momento.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, no estado, a Petrobras j\u00e1 arrematou terras de Brasil\u00e2ndia-MS e Santa Rita do Pardo-MS com potencial de extra\u00e7\u00e3o do xisto, em leil\u00e3o promovido pela ANP. Com isso, a estatal tem o direito de explorar o subsolo desses munic\u00edpios pelo prazo de 30 anos.<\/p>\n<p>De acordo com dados da Ag\u00eancia Internacional de Energia (AIE), o Brasil possui a d\u00e9cima maior reserva mundial de g\u00e1s de xisto e a segunda maior da Am\u00e9rica do Sul. As principais reservas do recurso natural no pa\u00eds ficam no subsolo dos estados de S\u00e3o Paulo, Mato-Grosso do Sul, Santa Catarina, Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>A extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto \u00e9 feita em v\u00e1rias partes do territ\u00f3rio dos Estados Unidos e da Argentina, mas no Brasil ainda n\u00e3o existe nenhum po\u00e7o perfurado e em funcionamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Ademilson Lopes \/ Foto: Luciana Aguiar\/ASSECOM\/PMCR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A C\u00e2mara de Vereadores de Costa Rica-MS promoveu audi\u00eancia p\u00fablica na noite de segunda-feira (30\/07) para discutir a extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto no munic\u00edpio. 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