{"id":95430,"date":"2018-09-03T08:27:10","date_gmt":"2018-09-03T12:27:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ocorreionews.com.br\/?p=95430"},"modified":"2018-09-03T08:27:10","modified_gmt":"2018-09-03T12:27:10","slug":"costa-rica-especialista-da-anp-afirma-que-exploracao-do-gas-de-xisto-e-segura-e-necessaria-a-expansao-energetica-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=95430","title":{"rendered":"Costa Rica: especialista da ANP afirma que explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto \u00e9 segura e necess\u00e1ria \u00e0 expans\u00e3o energ\u00e9tica do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p>A C\u00e2mara de Vereadores de Costa Rica-MS promoveu uma nova audi\u00eancia p\u00fablica para debater a extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto (potencialmente explor\u00e1vel nos munic\u00edpios da regi\u00e3o), durante o 3\u00ba Circuito de Desenvolvimento da Tr\u00edplice Fronteira, evento realizado na ter\u00e7a-feira (28\/08) pelos poderes Legislativo e Executivo costarriquenses. Dois especialistas no assunto foram convidados para conduzirem as discuss\u00f5es: um a favor e outro contra a atividade extrativa, como alternativa para equilibrar as argumenta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A audi\u00eancia p\u00fablica come\u00e7ou por volta das 20h da \u00faltima ter\u00e7a-feira, logo ap\u00f3s a <a href=\"http:\/\/cmcostarica.ms.gov.br\/noticia\/presidenciavel-alvaro-dias-elogia-interior-do-pais-ao-justificar-agenda-em-costa-rica\">palestra do candidato a presidente da Rep\u00fablica, Alvaro Dias (Podemos).<\/a> Uma megaestrutura foi montada para a realiza\u00e7\u00e3o do evento, com direito a um tel\u00e3o de 4 metros de altura por 10 metros de largura, que ajudou a plateia a acompanhar v\u00eddeos, slides e informa\u00e7\u00f5es sobre os assuntos discutidos.<\/p>\n<p><strong>A FAVOR &#8211;<\/strong> O doutor em planejamento energ\u00e9tico, Silvio Jblonski, representou a Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) na audi\u00eancia p\u00fablica. Ele \u00e9 assessor de gest\u00e3o de risco da ANP e ao ministrar palestra no evento, o especialista defendeu a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto como alternativa para ampliar a matriz energ\u00e9tica do Brasil, j\u00e1 que o g\u00e1s pode ser utilizado na gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica para ind\u00fastrias e resid\u00eancias.<\/p>\n<p>Na palestra, Silvio garantiu que o m\u00e9todo de extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto n\u00e3o representa graves riscos \u00e0 natureza e procurou contrapor argumentos de ambientalistas e organismos internacionais que se manifestam contr\u00e1rios a explora\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel f\u00f3ssil.<\/p>\n<p>Conforme o representante da ANP explicou, a extra\u00e7\u00e3o do recurso natural n\u00e3o contamina os len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. Segundo ele, no processo de perfura\u00e7\u00e3o do subsolo \u00e9 mantida uma dist\u00e2ncia segura de cerca de 600 a 1 mil metros entre as rochas de xisto &#8211; onde o g\u00e1s fica aprisionado \u2013 e as fontes subterr\u00e2neas de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, Silvio argumentou que rochas imperme\u00e1veis ficam localizadas entre as rochas de xisto (situadas mais abaixo no subsolo) e os len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos (mais acima), formando uma barreira que impede que o g\u00e1s e as subst\u00e2ncias qu\u00edmicas empregadas no processo de explora\u00e7\u00e3o cheguem at\u00e9 as fontes de \u00e1gua.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o existe nenhuma evid\u00eancia documentada de migra\u00e7\u00e3o de flu\u00eddo de fraturamento hidr\u00e1ulico a partir da rocha geradora desde que o fraturamento hidr\u00e1ulico foi introduzido pela primeira vez h\u00e1 cerca de 60 anos atr\u00e1s\u201d, afirmou o especialista, se referindo ao principal m\u00e9todo de extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto: o fraturamento hidr\u00e1ulico.<\/p>\n<p>Silvio tamb\u00e9m contou que os tubos introduzidos no subsolo para a retirada do g\u00e1s s\u00e3o fortemente revestidos internamente e externamente, justamente para evitar eventuais vazamentos. \u201cO po\u00e7o \u00e9 constru\u00eddo com barreiras de seguran\u00e7a independentes, isolando as forma\u00e7\u00f5es porosas ou forma\u00e7\u00f5es contendo hidrocarbonetos e a superf\u00edcie\u201d, pontuou ele. Por esses mesmos tubos \u00e9 que s\u00e3o injetados milh\u00f5es de litros de \u00e1gua misturados a produtos qu\u00edmicos para explodir as rochas de xisto e extrair o g\u00e1s localizado nas camadas profundas da crosta terrestre.<\/p>\n<p>Os ambientalistas contr\u00e1rios \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto afirmam que a atividade extrativa provoca terremotos. J\u00e1 na palestra, Silvio disse que os tremores s\u00e3o m\u00ednimos, percept\u00edveis apenas por aparelhos e sequer s\u00e3o notados pela popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cMais de uma d\u00e9cada de intensa explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto nos Estados Unidos e n\u00e3o se observou nenhum caso de migra\u00e7\u00e3o de flu\u00eddo de fraturamento para aqu\u00edferos ou tremores de terra significativos, diretamente relacionados \u00e0 atividade\u201d, contou o representante da ANP.<\/p>\n<p>O especialista da ag\u00eancia reguladora ainda enfatizou que muitos argumentos dos ambientalistas contr\u00e1rios \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto n\u00e3o tem comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. \u201cOnde \u00e9 feito o fraturamento hidr\u00e1ulico n\u00e3o h\u00e1 \u00e1gua para consumo humano? O solo torna-se inf\u00e9rtil para a agricultura? S\u00e3o causados severos problemas de sa\u00fade, m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o cong\u00eanita, esterilidade nas mulheres e homens, abortos e doen\u00e7as cr\u00f4nicas respirat\u00f3rias? Acontece o agravamento do aquecimento global pela emiss\u00e3o do metano? N\u00e3o! Todas essas argumenta\u00e7\u00f5es est\u00e3o dissociadas da realidade e n\u00e3o t\u00eam fundamento cient\u00edfico\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Silvio tamb\u00e9m alertou que n\u00e3o passam de <em>fake news<\/em> muitos v\u00eddeos divulgados na internet que mostram a superf\u00edcie da \u00e1gua de rios e lagos em chamas, supostamente em \u00e1reas contaminadas pela extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto. \u201cS\u00e3o apenas imagens feitas em S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Claro (MT) onde o fogo em cima da \u00e1gua \u00e9 um fen\u00f4meno natural e se tornou uma atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica. Nada disso tem a ver com a explora\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural\u201d, esclareceu.<\/p>\n<p>O especialista da ANP garantiu que os \u00fanicos impactos ambientais provocados pela extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto est\u00e3o relacionados ao aumento no tr\u00e1fego rodovi\u00e1rio &#8211; por conta dos ve\u00edculos utilizados pelas empresas extrativas -, al\u00e9m da ocorr\u00eancia de ru\u00eddos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio abandonar posi\u00e7\u00f5es de cunho puramente ideol\u00f3gico e favorecer a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento. J\u00e1 existem condi\u00e7\u00f5es seguras e ambientalmente corretas de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto. O g\u00e1s natural, convencional ou n\u00e3o convencional, \u00e9 fundamental para a seguran\u00e7a energ\u00e9tica do pa\u00eds e um caminho seguro para a amplia\u00e7\u00e3o das fontes renov\u00e1veis\u201d, defendeu.<\/p>\n<p>Conforme Silvio, ainda n\u00e3o existe nenhum po\u00e7o perfurado para extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s no Brasil. Contudo, segundo ele, a ANP pretende realizar testes de perfura\u00e7\u00e3o e fraturamento hidr\u00e1ulico no Maranh\u00e3o, para futuramente implementar a pr\u00e1tica de forma ambientalmente segura em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>O t\u00e9cnico da ANP enalteceu que o Brasil produz 69% do g\u00e1s natural consumido no pa\u00eds. O restante \u00e9 importado, o que encarece o pre\u00e7o do produto. De acordo com ele, com o in\u00edcio da explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto, o Brasil pode se tornar autossuficiente na produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural, que n\u00e3o precisar\u00e1 mais ser comprado de outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Ainda segundo ele, em 2017, o g\u00e1s natural foi respons\u00e1vel pela gera\u00e7\u00e3o de 10,5% da energia el\u00e9trica produzida no pa\u00eds e representa 12,9% da matriz energ\u00e9tica nacional. \u201cO g\u00e1s natural tem papel relevante como insumo em processos industriais &#8211; produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes e ind\u00fastria petroqu\u00edmica. A transi\u00e7\u00e3o para as energias renov\u00e1veis como a solar e a e\u00f3lica exige uma fonte de energia firme e flex\u00edvel: o g\u00e1s natural\u201d, salientou o palestrante.<\/p>\n<p>O especialista tamb\u00e9m argumentou que os Estados Unidos investem progressivamente na explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto h\u00e1 duas d\u00e9cadas e que gra\u00e7as a isso o pa\u00eds vai alcan\u00e7ar a independ\u00eancia e a autossufici\u00eancia energ\u00e9tica at\u00e9 o ano de 2030. Al\u00e9m disso, na Europa, segundo ele, o Reino Unido j\u00e1 aprovou a explora\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel f\u00f3ssil.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 plenamente vi\u00e1vel o aproveitamento do g\u00e1s de xisto. Se a t\u00e9cnica estivesse, de fato, associada aos malef\u00edcios a ela atribu\u00eddos, estar\u00edamos observando nos Estados Unidos uma cat\u00e1strofe ambiental e n\u00e3o um fen\u00f4meno de recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e a mudan\u00e7a do paradigma dos americanos como importadores de \u00f3leo\u201d, contou.<\/p>\n<p><strong>CONTRA:<\/strong> O bi\u00f3logo, especialista em planejamento e educa\u00e7\u00e3o ambiental e mestre em planejamento e din\u00e2mica ambiental, professor Danilo Pinho de Almeida, tamb\u00e9m ministrou palestra na audi\u00eancia p\u00fablica. Ele defendeu argumentos contr\u00e1rios \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto.<\/p>\n<p>Na palestra, Danilo afirmou que apesar dos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos que visam minimizar os impactos ambientais envolvidos na explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto, ainda assim a atividade extrativa n\u00e3o \u00e9 totalmente segura. De acordo com ele, o fraturamento hidr\u00e1ulico representa riscos de contamina\u00e7\u00e3o do ar, da \u00e1gua e do solo, principalmente porque no processo de extra\u00e7\u00e3o do recurso natural s\u00e3o utilizados diversos produtos qu\u00edmicos, inclusive subst\u00e2ncias radioativas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, conforme Danilo, existe tamb\u00e9m o risco de acontecerem graves acidentes no processo de extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s. \u201cNa d\u00favida, eu sou contra. Nossa regi\u00e3o \u00e9 rica em belezas naturais que devemos fazer de tudo para preservar. \u00c9 preciso valorizar a nossa maior fonte de renda, que \u00e9 o agroneg\u00f3cio. Vamos garantir o futuro da pecu\u00e1ria e da agricultura por aqui. Por que apostar em algo t\u00e3o incerto e potencialmente perigoso que pode amea\u00e7ar todas as nossas riquezas? Com a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto quem ganha s\u00e3o as grandes empresas, que faturam os lucros. A atividade tamb\u00e9m gera poucos empregos. Se colocarmos na balan\u00e7a, os contras pesam mais do que os pr\u00f3s\u201d, enfatizou o professor.<\/p>\n<p>Ao final das palestras, os dois especialistas responderam a perguntas e questionamentos do p\u00fablico presente ao evento.<\/p>\n<p>Esta foi segunda audi\u00eancia p\u00fablica realizada em Costa Rica para discutir a extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto.\u00a0<a href=\"http:\/\/cmcostarica.ms.gov.br\/noticia\/vilao-ou-heroi-camara-de-costa-rica-foi-palco-de-debates-sobre-possiveis-riscos-na-extracao-do-gas-de-xisto-no-municipio\">A primeira foi promovida pelo Legislativo costarriquense no m\u00eas de julho desse ano e contou com palestras do deputado estadual Amarildo Cruz (PT-MS) e de representantes da Coaliza\u00e7\u00e3o N\u00e3o Fracking Brasil (COESUS), todos contr\u00e1rios \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s<\/a>.<\/p>\n<p><strong>PROJETO DE LEI &#8211; <\/strong>As discuss\u00f5es promovidas nas audi\u00eancias p\u00fablicas em Costa Rica v\u00e3o subsidiar os parlamentares municipais na vota\u00e7\u00e3o do <strong><a href=\"http:\/\/legis.cmcostarica.ms.gov.br\/laws\/law_194.pdf\">Projeto de Lei (PL) n\u00b0 400\/2018<\/a><\/strong>, de autoria do vereador Jos\u00e9 Augusto Maia Vasconcellos, o Dr. Maia (DEM). A proposta prev\u00ea a cria\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de medidas com o objetivo de barrar a explora\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto em territ\u00f3rio costarriquense.<\/p>\n<p><strong>EVENTO REGIONAL<\/strong> &#8211; O 3\u00ba Circuito de Desenvolvimento da Tr\u00edplice Fronteira reuniu em torno de 600 pessoas, no Centro de Conviv\u00eancia do Idoso, em Costa Rica, entre elas o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi (MDB), o deputado estadual Eduardo Rocha (MDB), o presidente da Uni\u00e3o de Vereadores do Brasil (UVB), Gilson Conzatti, a representante da Companhia de G\u00e1s de Mato Grosso do Sul (MS G\u00e1s), Ana Paula Sakai, al\u00e9m de prefeitos, vereadores, ju\u00edzes de direito, lideran\u00e7as pol\u00edticas, produtores rurais, empres\u00e1rios e a popula\u00e7\u00e3o em geral, tanto do munic\u00edpio, como tamb\u00e9m de outras cidades de Mato Grosso do Sul, de Goi\u00e1s e de Mato Grosso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>FOTO\/LEGENDA:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>Silvio Jblonski representou a ANP na audi\u00eancia p\u00fablica realizada no 3\u00ba Circuito de Desenvolvimento da Tr\u00edplice Fronteira. (Cr\u00e9dito: Bulh\u00f5es).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Ademilson Lopes \/ Foto: Bulh\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A C\u00e2mara de Vereadores de Costa Rica-MS promoveu uma nova audi\u00eancia p\u00fablica para debater a extra\u00e7\u00e3o do g\u00e1s de xisto (potencialmente explor\u00e1vel nos munic\u00edpios da regi\u00e3o), durante o 3\u00ba Circuito de Desenvolvimento da Tr\u00edplice Fronteira, evento realizado na ter\u00e7a-feira (28\/08) pelos poderes Legislativo e Executivo costarriquenses. 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