{"id":95498,"date":"2018-09-04T08:04:29","date_gmt":"2018-09-04T12:04:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ocorreionews.com.br\/?p=95498"},"modified":"2018-09-04T08:04:29","modified_gmt":"2018-09-04T12:04:29","slug":"nematoides-estao-em-35-da-area-de-algodao-do-mt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ocorreionews.com.br\/acervo-correio\/?p=95498","title":{"rendered":"Nematoides est\u00e3o em 35% da \u00e1rea de algod\u00e3o do MT"},"content":{"rendered":"<div class=\"noticia-conteudo agk-cont-destaque3\">\n<div class=\"noticia-corpo-conteudo\">\n<p>Informa\u00e7\u00f5es divulgadas por Rafael Galbieri, fitopatologista do Instituto Mato-grossense do Algod\u00e3o (IMA), durante o X Encontro T\u00e9cnico de Algod\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o MT, indica que os nematoides est\u00e3o presentes em aproximadamente 35% da \u00e1rea plantada com algod\u00e3o no estado do Mato Grosso. De acordo com Galbieri, o m\u00e9todo mais eficiente para controlar esse tipo de problema \u00e9 o manejo integrado.<\/p>\n<div>\n<div id=\"agk_14000_pos_4_conteudo_desktop-container\" class=\"nopadding clearfix hidden-print\">\n<div class=\"col-md-12\" align=\"center\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cOs nematoides sempre s\u00e3o um dos fatores limitantes da produ\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es do cerrado brasileiro. Por n\u00e3o ser facilmente visualizados pelos t\u00e9cnicos, seus efeitos na maioria das vezes s\u00e3o subestimados, mas n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas que s\u00e3o um dos principais limitantes, sobretudo em regi\u00f5es tradicionais de produ\u00e7\u00e3o do estado\u201d, explica.<\/p>\n<div><\/div>\n<p>No manejo integrado citado pelo especialista, inclui-se ferramentas como o controle gen\u00e9tico, o biol\u00f3gico, o qu\u00edmico; e o manejo cultural e o manejo nutricional. Al\u00e9m disso, ele explica que pode ser aderida uma utiliza\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia gen\u00e9tica no controle desse parasita, no entanto, o produtor n\u00e3o deve abrir m\u00e3o dos outros meios. \u201cO aumento da sustentabilidade da cultura no estado passa pelo controle dos fatores que podem limitar a produ\u00e7\u00e3o. Uma s\u00f3 ferramenta n\u00e3o faz milagre\u201d, comenta.<\/p>\n<div><\/div>\n<p>Al\u00e9m de Galbieri, Rosangela Silva, pesquisadora da Funda\u00e7\u00e3o de Apoio \u00e0 Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Mato Grosso, Funda\u00e7\u00e3o MT, tamb\u00e9m alertou os produtores para sobre a import\u00e2ncia de uma detec\u00e7\u00e3o precisa e de um manejo correto. Ela lembrou tamb\u00e9m que o nematoide que mais tem limitado a produ\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o em Mato Grosso \u00e9 oRotylenchulus reniformis.<\/p>\n<div><\/div>\n<p>\u201cNas \u00e1reas onde ele ocorre, produtor est\u00e1 tendo dificuldade de efetuar o manejo em fun\u00e7\u00e3o da capacidade de sobreviv\u00eancia e dificuldade de reduzir a popula\u00e7\u00e3o com a entressafra. Tem que usar todas as t\u00e1ticas de manejo em conjunto\u201d, finaliza.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Informa\u00e7\u00f5es divulgadas por Rafael Galbieri, fitopatologista do Instituto Mato-grossense do Algod\u00e3o (IMA), durante o X Encontro T\u00e9cnico de Algod\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o MT, indica que os nematoides est\u00e3o presentes em aproximadamente 35% da \u00e1rea plantada com algod\u00e3o no estado do Mato Grosso. 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