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Queda da patente do Ozempic no Brasil pode diminuir preços com medicamentos genéricos

A queda da patente da semaglutida no Brasil, prevista para 20 de março, pode aumentar a concorrência das chamadas canetas emagrecedoras e diminuir os preços. A molécula compõe um dos principais medicamentos, o Ozempic, que impulsionou uma revolução global no tratamento da obesidade e da diabetes.

Atualmente, os remédios baseados em análogos de GLP-1 movimentam cerca de R$ 10 bilhões por ano no país, mas a expectativa é de que o valor dobre ainda este ano, principalmente devido à entrada de versões similares e genéricas.

Até agora, o mercado brasileiro era dominado por empresas multinacionais. A Novo Nordisk lidera com quatro medicamentos importantes da categoria: Ozempic e Wegovy, baseados em semaglutida, além de Victoz e Saxenda, que usam a molécula liraglutida. Uma caixa mensal pode custar entre R$ 825 e R$ 1.699, a depender da dose e da indicação. Já a empresa americana Eli Lilly, responsável pelo Mounjaro, usa como base a molécula tirzepatida. No Brasil, ele pode custar R$ 1.407 e R$ 2.384 por mês.

Segundo relatório do Itaú BBA, a chegada de medicamentos genéricos pode provocar queda de até 30% nos preços no curto prazo e até 50% em cinco anos. No entanto, a diferença entre custo e preço final deve continuar grande. Um estudo da Universidade de Liverpool estimou que a produção de semaglutida poderia custar cerca de R$ 17 mensais.

*Com informações do portal Exame.

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