Vítima foi encontrada sem vida com marcas e hematomas pelo corpo; companheiro apresentou versões divergentes aos policiais.
A Polícia Militar prendeu em flagrante, na madrugada desta sexta-feira (21), Rubens Alves Justino, de 54 anos, conhecido como “Rubinho”, suspeito de envolvimento na morte da própria companheira, Fátima Alves de Matos, também de 54 anos, em Costa Rica.
Segundo informações divulgadas pela Assessoria de Imprensa da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar (4ª CIPM), a ocorrência teve início após a equipe ser acionada pela Fundação Hospitalar, onde uma mulher havia dado entrada já sem sinais vitais e apresentando diversas marcas e hematomas pelo corpo.
Diante das informações iniciais, os policiais foram até a residência da vítima, localizada no bairro Vale do Amanhecer, onde encontraram o companheiro dela.
Durante a abordagem, Rubens negou ter agredido Fátima e afirmou que ela não estaria na residência. No entanto, durante as diligências, uma testemunha relatou aos policiais que havia ouvido uma intensa discussão entre o casal durante a noite.
Ainda conforme o relato, posteriormente a testemunha teria verificado o imóvel e encontrado Fátima já sem vida, sobre um sofá.
O filho da vítima foi acionado e realizou o transporte dela até a Fundação Hospitalar, onde o óbito foi constatado.
Diante das circunstâncias, das divergências entre as versões apresentadas e dos indícios de violência observados no corpo da vítima, a Polícia Militar deu voz de prisão em flagrante a Rubens, sob suspeita de feminicídio.
O homem foi encaminhado para exame de corpo de delito e, posteriormente, apresentado na Delegacia de Polícia Civil, onde o caso deverá ser investigado. Os procedimentos periciais e legais deverão auxiliar na apuração das circunstâncias e da causa da morte.
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Conforme informações divulgadas pelo site local MS Todo Dia, Fátima e Rubens mantinham um relacionamento há aproximadamente sete meses.
Ainda segundo o veículo, durante as buscas por esclarecimentos, Rubens foi localizado em frente à residência. Questionado sobre o que havia acontecido, ele teria afirmado inicialmente que nada havia ocorrido dentro do imóvel.
Após ser informado sobre a morte da companheira e sobre a suspeita de agressões, Rubens teria negado envolvimento e alegado que Fátima não estava na residência.
A versão apresentada pelo suspeito, porém, teria entrado em divergência com relatos colhidos na vizinhança, o que contribuiu para a adoção das medidas policiais.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
