Maurilho Murer Chaves, de 36 anos, foi assassinado a tiros na noite deste domingo (21), no estacionamento de uma pizzaria na Rua Paraíba, no bairro Jardim dos Estados, em Campo Grande.
Maurilho Mures Chaves, de 36 anos, apontado como chefe do tráfico na Vila Nhanhá, foi assassinado a tiros no estacionamento de uma pizzaria no bairro Jardim dos Estados, em Campo Grande, na noite de domingo. Três homens aguardaram a vítima no local e efetuaram os disparos antes de fugir. Maurilho tinha sete passagens pela polícia, incluindo tráfico de drogas e porte ilegal de arma.
Conforme apurado pela reportagem, o crime ocorreu por volta das 22h30. A suspeita inicial é de que a execução tenha sido motivada por um possível acerto de contas. Maurilho seria apontado como um dos chefes do tráfico na região da Vila Nhanhá.
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A vítima foi atingida por disparos na cabeça e no tronco. Segundo informações preliminares, ao menos três homens participaram da ação. Dois deles estariam armados. O grupo teria aguardado Maurilho no estacionamento.

Parte do couro cabeludo com cabelo da vítima foi encontrado no estacionamento da pizzaria (Foto: Juliano Almeida)
Antes do crime, ele estava em um bar ao lado do local. Quando seguiu para o estacionamento, foi surpreendido pelos atiradores, que estavam em uma motocicleta e em uma Volkswagen Saveiro.
Após os disparos, os suspeitos fugiram. Maurilho caiu no estacionamento. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a vítima morreu antes da chegada do socorro.
Na manhã desta segunda-feira, a reportagem esteve no local e encontrou marcas deixadas pela perícia no canto do estacionamento, além de vestígios do crime, como partes de um relógio quebrado, manchas de sangue, massa encefálica da vítima e partes do couro cabeludo e do cabelo.
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Parte de relógio quebrado ficou espalhada no estacionamento onde Maurilho foi assassinado (Foto: Juliano Almeida)
Tráfico de drogas – Maurilho já havia sido apontado, em 2014, como responsável por abastecer bocas de fumo na Vila Nhanhá. Na época, ele foi preso pela Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico).
Segundo registro do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), o homem tinha outras seis passagens pela polícia, registradas entre 2006 e 2014, por crimes como tráfico de drogas, posse de droga para consumo pessoal, violência doméstica e porte ilegal de arma de fogo.
Por Bruna Marques e Clara Farias… campograndenews
