Em publicação nas redes sociais, a senadora informou que se reuniu com o pré-candidato do PL à Presidência. Segundo ela, pela primeira vez a possibilidade de uma composição para a vice-presidência entrou na pauta, mas sem qualquer definição.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou, em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (30), que ela e o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), conversaram pela primeira vez sobre a possibilidade de ela ser candidata à vice-presidência.
O encontro ocorreu na quarta-feira (29), em Brasília. A senadora afirmou, no entanto, que nenhuma decisão foi tomada e que uma eventual aliança dependerá de avaliações políticas e negociações entre os partidos.
Até a última atualização desta reportagem, Flávio Bolsonaro não havia se manifestado publicamente sobre a reunião nem comentado o conteúdo da conversa.
🔎O nome para a vice-presidência na chapa de Flávio Bolsonaro ainda não foi definido. Enquanto tenta atrair o apoio da federação União-PP e do Republicanos, o PL avalia possíveis nomes para compor a chapa.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/5/C/sVXaLHQ2WypwvsWZW6TQ/whatsapp-image-2026-07-30-at-17.17.02.jpeg)
Tentativa de ampliar alianças
O PL tenta ampliar aliança para as eleições e busca o apoio do Republicanos e da federação União Brasil-PP. Porém, as duas siglas têm sinalizado que pretendem manter neutralidade na disputa presidencial e dar autonomia aos diretórios estaduais.
Com a reabertura das conversas sobre uma possível composição de chapa, o Progressistas, que integra uma federação com o União Brasil, voltou a discutir internamente a estratégia para a eleição presidencial.
Sem um acordo fechado, o PL adiou a definição do vice. Além de Tereza Cristina, também são citados como possíveis nomes: a ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques, ligada ao Republicanos, e as deputadas federais Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE). Qualquer indicação, porém, depende da aprovação dos partidos envolvidos.
Nos bastidores, aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que uma aliança com Republicanos ou com a federação União Brasil-PP ampliaria o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão e reduziria a percepção de isolamento político da candidatura.
*Fonte: José Câmara, g1 MS – Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
