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NO DIVÃ: Para o país que já tentou várias formas de governo, a terapia com o Augusto Cury, até que poderia ser a solução. Autor de livros ensinando a gerir emoções, ele bem que poderia tentar curar a classe política. Lembra? No passado, o lépido médico Enéas, já mostrara que o brasileiro cansara da mesmice. Mas, o que mudou depois?

‘ALELUIA’:  São candidatos; Manoel Gomes (Caneta Azul), Andrea Sorvetão, Marcelinho Carioca, Edmundo (‘Animal’), Vanderley Luxemburgo, Siquêra Jr, Antônia Fontenele, Silvia Abravanel, Geraldo Luiz, José Abreu, Val Marchiori, Gracyanne Barbosa e o Tiririca.   No passado, Agnaldo Timóteo, Moacir Franco e Sergio Reis se decepcionaram com a ‘experiência’ em Brasília.

DESAFIO-1: Ao menos é repetir as votações para a Câmara Federal, é o cenário que se apresenta. Confira o quadro dos eleitos em 2022: Pollon 103.111 votos; Beto Pereira 97.872; Geraldo 96.519; Camila 56.552; Dagoberto 48.217; Luiz Ovando 45.491 e Rodolfo 41.773 votos. Acrescente-se ainda duas concorrentes de peso: Mara e Rose.

DESAFIO-2:  O mesmo questionamento se aplica a concorrência para as 24 vagas da Assembleia. Veteranos e novatos fazem e refazem contas para aferir suas chances sem arroubos de otimismo. A exemplo de 2022, nem sempre – alguns dos postulantes bem votados, terão garantido lugar. ‘Pegadinhas’ nos cálculos finais devem ocorrer.

DÚVIDAS: Notícias sobre a consolidação de algumas candidaturas não passariam de puro marketing? Mesmo ainda na fase inicial da campanha, os eleitores já teriam subsídios suficientes para escolha de seus legisladores? Ora! Essa onda de otimismo plantada em algumas candidaturas visa influenciar eleitores indecisos.

EFEITO MANADA: Com a popularização das redes sociais, o eleitor tem acesso a um número incontável de informações e desinformações. Quanto as pesquisas, são ferramentas que visam entender o comportamento do eleitor. Mas quando os números são maquiados, não informam – e sim enganam, comprometendo o nível da disputa.

REALIDADE: Joga-se sempre a culpa sobre o detentor do cargo e simplesmente inocenta quem o colocou no poder. Não por acaso, 25,7% dos brasileiros não confiam nos parlamentos e no Congresso; e 33,6% não conversam sobre política com os amigos. A mesma consulta mostra que apenas 18% dos eleitores tem interesse por política.

INCOERÊNCIA: A cada eleição batemos na tecla reclamando por melhores políticos. Na outra ponta, continuamos sem formar um contingente de eleitores melhores. É como reclamar da qualidade de certo produto cuja matéria prima que deixou a desejar. É visível: a desinformação e o despreparo desaguam no populismo tão comum por aí.

PERGUNTO: É certo o eleitor se postar apenas como vítima, um inocente sem noção? Inegável que o político candidato tem parcela de culpa pela postura e métodos que usa no convencimento para captar votos. Mas no mundo atual de informações que chegam à todos, o eleitor pode ser considerado cúmplice e conivente dos maus políticos.

CONCLUSÃO: A culpa ou responsabilidade por assim dizer é mutua, com o eleitor escolhendo os rumos e o futuro com o seu voto, enquanto o candidato define o nível da gestão através de suas atitudes. Apontar o dedo da culpa para os políticos é o mais comum, mas sem admitir que eles são reflexos da própria sociedade que os elegeu.

DESLIZES: Membros da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia chamam a atenção para fatos repetitivos. No afã de atender suas bases eleitorais, parlamentares apresentam projetos que pecam por vícios – às vezes insanáveis – por serem inconstitucionais. Nessas horas é que se mede a importância de uma boa assessoria.

O NÍVEL: É unanimidade crítica de que a produção legislativa estadual não deva se ater apenas as questões paroquiais ignorando os cenários nacional e internacional. Com a globalização, fatos distantes repercutem aqui. Presume-se que a tribuna da ‘ALEMS’, seja o local ideal para manifestações sobre o cotidiano, cultura e economia.  A tribuna é a alma do legislativo. Aliás, a própria raiz latina de ‘parlamento’ diz tudo.

SEM SURPRESAS: Pelo menos até agora, confirmando as previsões de observadores, a campanha eleitoral no estado segue em ritmo tranquilo. A polarização segue entre os candidatos Riedel e Fabio, mas sem registro de excessos. O clima eleitoral segue aquela divisão tradicional da direita e esquerda. A expectativa é pelos debates na TV.

NA TELINHA: Alguns candidatos provocam risos. Muitos deles priorizam em se identificar como cristãos. Todos querem aproveitar o tempo. Às vezes funciona, como foi Bolsonaro (PSL) em 2018 com 8 segundos (11 inserções no 1º turno) e Enéas – candidato pelo Prona com 15 segundos em 1989. Aquele bordão virou apelo nacional.

OPORTUNO: O conceito de um juiz honesto aos olhos da sociedade vai além do cumprimento restrito da lei, envolvendo uma forte percepção pública de integridade, imparcialidade e transparência. A sociedade molda sua visão de honestidade no judiciário com base em comportamentos éticos visíveis e na postura pública do magistrado. (Conceito criado pela IA)

ANTIGAMENTE Na Roma Antiga, o conceito de um juiz honesto e ideal estava profundamente interligado com a moralidade, a ética e a reputação pública, sintetizado principalmente pelas noções de ‘uirtus (virtude), fides (lealdade/boa-fé) e pela busca constante da aequitas (equidade).

NO BRASIL “Nossa lei eleitoral permite que uma candidatura tenha cinco minutos diários em horário nobre em todos canais de tevê aberta, enquanto outras têm zero. Já nas redes, tudo que poderia furar a vantagem do status quo é dificultado. E um ministro, monocraticamente, decide, quem pode ou não pode fazer campanha, antes de qualquer decisão final. Curiosa democracia! ” (Joel Pinheiro da Fonseca – FSP)

FATURA EM DOBRO: Se não existem políticos inocentes, não há eleitores confiáveis.  Conta um assessor parlamentar que por várias ocasiões deparou com cartazes de candidatos concorrentes colados numa mesma casa. O argumento; permitiram apenas para não desagradar um amigo, cabo eleitoral de outro candidato.

 

PÍLULAS DIGITAIS:

Vorcaro: o fantasma que assombra os três poderes. (Sponholz)

A vida é um conto de falhas. ( Lea Oksenberg)

Antes dos partidos, vem as pessoas. (internet)

Hoje em dia ninguém é bonzinho de graça. (Stanislau Ponte Preta)

O brasileiro não está necessariamente indiferente à política. Ele pode estar cansado de esperar. (Hubert Alquères)

O ministro André Mendonça tirou a tampa do penico do STF. (internet)

“Somos todos Alexandre de Moraes”. (Deputado Lindbergh Farias PT, em apoio ao ministro)

A consciência é como a vesícula: a gente só se preocupa com ela quando dói. (Stanislaw Ponte Preta)

“Triste Brasil; tanto negócio e tanto negociante”. (Gregório de Mattos – poeta barroco).

O mundo não é ruim, só é muito mal frequentado. (Luis F. Veríssimo)

Nenhuma corte ou tribunal do mundo dá tanta publicidade e tanta transparência aos seus julgamentos como o STF. (Ministro Alexandre de Moraes


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