Programação começa neste sábado com café da manhã, cavalgada, desfile e hasteamento das bandeiras; Campeira também recebe Prova de Laço Comprido.
O CTG Cultivando a Tradição, de Chapadão do Sul, inicia neste sábado, 12 de setembro, a programação da 40ª Semana Farroupilha, um dos principais eventos de valorização da cultura e das tradições gaúchas no município.
A programação segue até o dia 20 de setembro, reunindo durante nove dias oficinas, apresentações culturais, cavalgada, atividades campeiras, música, bailes, missa crioula e momentos de confraternização.
Neste ano, a celebração ganha um significado ainda mais especial, já que o CTG Cultivando a Tradição completa 40 anos de história, mantendo viva a cultura gaúcha e transmitindo seus costumes e valores entre diferentes gerações.
O tema escolhido para a edição de 2026 é “Herança Jesuítica e Guarani — 400 anos de Cultura e Tradição”.
Abertura terá café da manhã, cavalgada e desfile
A abertura oficial acontece na manhã deste sábado (12), com um café da manhã na residência do homenageado desta edição, José Joaquim Lopes Garcia, localizada na Rua Camapuã, nº 1098, no bairro Espatódia.
O encontro terá um café da manhã tradicional do Rio Grande do Sul. Na sequência, os participantes sairão em cavalgada e desfile em direção ao Galpão Crioulo do CTG.
No local, será realizado o hasteamento das bandeiras, com a participação de autoridades, marcando oficialmente o início da 40ª Semana Farroupilha.
Ainda no sábado, a programação segue com almoço carreteiro e galinhada, além do início da 1ª Festa de Laço da Campeira do CTG Cultivando a Tradição, encerrando o dia com baile de Caarapê, com animação de Edson e Valéria.
Prova de Laço Comprido movimenta a Campeira

Paralelamente à programação da Semana Farroupilha, a Campeira do CTG Cultivando a Tradição recebe, nos dias 12 e 13 de setembro, a Prova de Laço Comprido.
No sábado (12), as atividades começam às 13 horas, com a disputa de Laço em Dupla. A inscrição custa R$ 100 por dupla, com três voltas de classificação e uma volta com 100%.
A competição permite ainda que o participante classifique duas vidas com o mesmo parceiro. A premiação será equivalente a 30% do valor das inscrições.
Já no domingo (13), a programação começa às 7 horas, com o Grande Duelo, que terá como prêmio máximo uma moto elétrica TUI, mediante a participação mínima de 60 laçadores. Caso não seja atingido esse número de inscrições, será pago o equivalente a 40% do valor arrecadado.
A classificação será dividida em três forças:
- Força A: 5 e 4 bois — prêmio de uma TUI;
- Força B: 3 bois — R$ 2 mil;
- Força C: 2 bois — R$ 1 mil.
As inscrições para o Grande Duelo têm valores diferenciados conforme a ordem de inscrição. A primeira vida custa R$ 500. Para a segunda vida, os valores são de R$ 200 para as inscrições de 1 a 20; R$ 300 da 21ª à 40ª; e R$ 400 da 41ª à 60ª.
A organização também reforça que é obrigatória a apresentação do exame negativo de mormo e AIE, além da GTA dos animais na entrada do evento.
No domingo, também será servido almoço de porco à paraguaia, pelo valor de R$ 45.
Uma semana para celebrar a tradição
Ao longo da programação, o público poderá participar de diferentes atividades que valorizam a cultura e os costumes tradicionalistas.
Entre os destaques estão oficinas de Bocha, Identidade Tradicionalista, Arte que vem do Pampa e Entre Causos e Tradição, além de jantares temáticos, apresentações artísticas, música, bailes e encontros.
Na segunda-feira (14), por exemplo, tem Pasletada e Chopp, terça-feira (15), haverá Jantar Arroz Pantaneiro, enquanto na quarta-feira (16) será servido Jantar Massa com Galeto.
Na sexta-feira (18), a programação terá Jantar Rabada, seguido de música com o grupo Os Lion Club de Chapadão do Sul.
No sábado (19), estão previstos Almoço Porco no Tacho, Missa Crioula, às 19h, e outras atividades.
O encerramento acontece no domingo (20), com almoço tradicional costelão no fogo de chão, seguido de tarde dançante e comemoração pelos 40 anos do CTG Cultivando a Tradição.
A programação reúne tradição, gastronomia, música, religiosidade e atividades campeiras em uma celebração que pretende reunir famílias, tradicionalistas e toda a comunidade de Chapadão do Sul.
Porque tradição não se conta apenas em anos: se vive, se cultiva e se passa de geração em geração.

