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O candidato a deputado federal Jaime Verruk estará em Chapadão do Sul nesta quinta-feira (27) no Galpão Crioulo do CTG Cultivando a Tradição, às 18 horas (MS), com a palestra “Caminhos do Desenvolvimento”. Ele vai ouvir representantes da classe empresarial e do agronegócio sobre as melhores opções na busca do desenvolvimento econômico e social. Verruk está sendo apoiado por um importante grupo de lideranças da cidade e da zona rural para obter uma cadeira na Câmara Federal. É tido como um dos candidatos mais preparados do estado nesta eleição.

Segundo ele este tipo de pauta ajuda a planejar a busca de resultados positivos e renda no “Caminho do Desenvolvimento”. Verruk fez um chamamento para os representantes das regiões Norte e Nordeste se unirem a ele neste importante encontro de troca de ideias em Chapadão do Sul

O candidato segue no trecho falando com empresários, investidores e a população sobre os “Caminhos do Desenvolvimento” em todas as cidades. Também esteve em Miranda, cujo rebanho bovino é de 325,9 mil animais – 18º maior de Mato Grosso do Sul. Destacou a diversificação produtiva que, em 2024 registrou o total de 12.083 hectares dedicados à agricultura com soja, arroz (em casca) e milho as principais culturas.

“É um município que produz com identidade e futuro. Miranda reúne Pantanal, pecuária e diversidade indígena em uma mesma economia territorial e isso permite se destacar no cenário econômico de Mato Grosso do Sul”, diz o economista e doutor em Desenvolvimento, Jaime Verruck, atualmente candidato a deputado federal pelo Republicanos.

Assim, Miranda tem três ativos que o definem: primeiro a localização, paisagem e cultura pantaneira que dão ao município uma marca turística reconhecida e conectada ao corredor Campo Grande-Corumbá; depois a pecuária de escala, já que o rebanho bovino sustenta a atividade rural, transporte e serviços — a agropecuária responde por 23,0% dos vínculos formais —; e por fim, a diversidade cultural, já que as comunidades indígenas, artesanato, gastronomia e eventos criam base para etnoturismo e economia criativa com identidade própria.

“Mais do que caminho para o Pantanal, Miranda segue se desenvolvendo para se integrar à parte central da experiência de quem visita a região”, aponta Jaime Verruck.


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