Carregando stories...
Correio News Logo
×
Carregando vídeo...
COMPARTILHE

A Prefeitura de Cassilândia publicou a portaria de exoneração de um servidor público preso na última segunda-feira durante a Operação Sentinela, deflagrada para combater crimes de exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes praticados no ambiente virtual.

A prisão foi realizada pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA). Conforme as informações apuradas, o investigado foi autuado em flagrante pelo crime previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata do armazenamento de material contendo abuso sexual infantil.

Após a prisão, o servidor passou por exame de corpo de delito na Santa Casa, foi apresentado em audiência de custódia e, por decisão da Justiça da Comarca de Cassilândia, teve a liberdade provisória concedida. O processo segue em tramitação e o investigado responderá às acusações em liberdade.

Exoneração do cargo

Em razão da prisão e da investigação, a Prefeitura de Cassilândia oficializou a exoneração do servidor por meio de portaria publicada no Diário Oficial do Município.

Até o momento, o Poder Executivo não divulgou detalhes adicionais sobre a decisão administrativa, limitando-se à publicação do ato de desligamento.

Caso repercute na cidade

O episódio gerou forte repercussão em Cassilândia e reacendeu debates sobre crimes envolvendo crianças e adolescentes no município.

Nos últimos anos, outro caso de grande repercussão também mobilizou a opinião pública local. Na ocasião, dois homens foram investigados por um suposto crime envolvendo um adolescente com deficiência, estudante de uma escola especializada. O caso ganhou repercussão nacional e os investigados responderam ao processo em liberdade, conforme decisão judicial.

Loja Maçônica divulga nota

A Loja Simbólica Recanto da Fraternidade nº 2192, Oriente de Cassilândia-MS, divulgou uma nota pública informando o desligamento do investigado de seus quadros.

No comunicado, a instituição afirma que repudia qualquer prática criminosa dessa natureza, declara não compactuar com os fatos investigados e manifesta confiança de que a Justiça apure o caso com o devido rigor.

As investigações da Operação Sentinela continuam sob responsabilidade da DEPCA.


COMPARTILHE