A maior pamonhada do mundo não poderia ser realizada em outro lugar que não seja Goiás, concorda? Consolidando o estado como referência em uma das mais tradicionais celebrações da gastronomia regional, o evento acontece no município de Jesúpolis, na região central goiana. Por lá, todo ano milhares de pessoas se reúnem para celebrar a cultura do milho e acompanhar a produção de dezenas de milhares de pamonhas distribuídas gratuitamente.
Realizada desde 2010, a festa cresceu ao longo dos anos e se tornou um dos principais eventos gastronômicos do estado. Hoje, além de atrair visitantes de diversas cidades goianas e de outros estados, a celebração reforça a importância das tradições rurais e da culinária típica de Goiás.
Maior pamonhada do mundo acontece em Goiás
Localizada a cerca de 120 quilômetros de Goiânia, Jesúpolis é conhecida por sediar a maior pamonhada do mundo. A festa acontece anualmente na Praça de Eventos do Ipê, reunindo moradores, turistas, produtores rurais e voluntários.
O município recebeu oficialmente o título de Capital Estadual da Pamonha, enquanto a Pamonhada de Jesúpolis foi reconhecida como patrimônio cultural de Goiás, reforçando sua relevância para a identidade e a gastronomia do estado.
Festa reúne milhares de visitantes
O evento nasceu como uma comemoração da colheita do milho produzido em uma lavoura comunitária. Com o passar dos anos, ganhou projeção estadual e nacional.

A programação costuma incluir ainda apresentações culturais e shows musicais.
Goiás fortalece a tradição da pamonha
Mais do que um evento gastronômico, a maior pamonhada do mundo se consolidou como um símbolo da cultura popular de Goiás. A celebração preserva costumes ligados ao campo, incentiva a produção agrícola e destaca a importância do milho na culinária regional.
A realização da festa também movimenta a economia de Jesúpolis, beneficiando produtores rurais, comerciantes, artesãos e diversos setores ligados ao turismo. Durante o evento, o município recebe milhares de visitantes, impulsionando hotéis, restaurantes e o comércio local.
Por Fabricio Moretti – Goiânia, GO Mais Goias
